Marketing Digital: O que é, como fazer e muito mais

O que é webinar? O que é e-commerce? O que é nômade digital?

O que há de comum nessas três perguntas e a quarta que está implícita no nosso título – o que é Marketing Digital?

Rapidamente e aparentemente, pode parecer que nada. Mas há muita coisa!

O Marketing Digital há algum tempo já não é mais apenas uma tendência e muito menos uma alternativa para desenvolver ações de Marketing. É uma necessidade e quem não enxergar isso, certamente terá seus resultados comprometidos e por mais dura que possa parecer a afirmação, estará fadado ao fracasso.

Diante disso, vamos responder às dúvidas que muitos ainda têm sobre o que é, como se faz Marketing Digital, quais as vantagens, bem como questões frequentemente associadas ao assunto.

O que é Marketing Digital?

Marketing Digital é o Marketing feito utilizando-se de ferramentas digitais, da Internet e das características de alcance, versatilidade, resultados e velocidade que elas possibilitam.

Naturalmente essa é uma possível definição entre muitas, mas que é bastante simplista e que não permite a quem está dando apenas os primeiros passos na área, compreender exatamente o que é e suas implicações.

Antes de ir mais a fundo no que é Marketing Digital, é necessário primeiro lembrar o que é Marketing e que muita gente acha que sabe o que é, como sendo o conjunto de processos que recebeu este nome e começou a ganhar importância na década de 60 graças a Theodore Levitt e que mais tarde viria a ser considerado o “Pai do Marketing”, mas que naquela época ainda não era digital.

Entre tudo o que se fala sobre o Marketing, é preciso enfatizar que o papel do Marketing é “entender e atender as necessidades do cliente, usando para isso um conjunto de ações planejadas e bem definidas”, seja ele (cliente) apenas quem apresenta potencial de compra do seu produto e/ou serviço, ou quem já o fez em algum momento no passado. Esta parece-nos uma definição bastante boa, na medida em que é simples e dá uma ideia ampla do que é Marketing.

Assim, o Marketing é um vasto conjunto de atividades orientadas a compreender o que uma pessoa espera, deseja e precisa em relação a tudo que ela consome, para a partir daí criar o produto / serviço correspondente com base nesta compreensão, estipular um preço, realizar a sua promoção e entregar ao cliente.

A partir da década de 90, com o avanço da Internet, as empresas tentaram – sem sucesso – aplicar os velhos e tradicionais conceitos do Marketing. Foi então que se observou as peculiaridades, assim como as possibilidades que a Internet oferecia.

Quando o Marketing se tornou Digital?

Naturalmente não há uma data ou marco da “fundação” do Marketing Digital. Ele desenvolveu-se gradativamente e paralelamente à evolução da Internet.

Mas não só a Internet, como a transformação digital e o conjunto de tecnologias associadas e outras que começaram a surgir rapidamente, no final do século XX e início do XXI, permitiram que os profissionais de Marketing começassem a enxergar as oportunidades que tinham em mãos de ampliar seu conhecimento relativo aos clientes.

Portanto, a popularização da Internet e tudo no que ela se baseia e o que ela proporciona, tornaram possível o Marketing “sair do papel” e romper fronteiras, tanto as geográficas como as culturais, as sociais e étnicas, entre muitas que o mundo físico impunha.

As empresas e os profissionais de Marketing, tiveram que reaprender muitas coisas, como por exemplo, passar a enxergar as mudanças comportamentais, as expectativas e novas necessidades e desejos de um consumidor ansioso por novas experiências e formas de se relacionar com absolutamente tudo que a Internet então proporcionava.

Ao mesmo tempo que aparentemente novas demandas precisavam ser atendidas, novas possibilidades também surgiam.

Novas formas de comercialização e de promoção, ampliação da informação, mais alternativas de relacionamento, mais velocidade, menores custos. Era e tem sido um horizonte amplo, mas promissor.

Assim nascia o Marketing Digital!

E aqui é o ponto em temos a primeira confluência das quatro perguntas iniciais.

O webinar, o e-commerce, o nômade digital e o Marketing Digital só puderam existir pela Internet, pelo conjunto de tecnologias que permitiram sua existência e por todas as demais que surgiram como consequência dela e/ou para fazê-la evoluir ainda mais.

Mas não é só isso e logo você vai entender até onde isso pode ir.

O que muda com o Marketing Digital?

Esta talvez não seja a melhor pergunta, já que as bases do Marketing, seja o que era praticado por nossos pais e avós, ou o do século XXI e que é chamado de Digital, mantém-se inalteradas.

Para nossos propósitos e correto entendimento do assunto, o mais adequado é perguntar: O que se ganha com Marketing Digital?

De fato, ainda estamos falando de Marketing da forma como ele foi concebido e princípios como os 4 P’s, ainda são o começo de tudo. Ou seja, (P)roduto, (P)reço, (P)raça e (P)romoção, nunca deixarão de existir.

A diferença é que agora o conceito está mais amplo, bem como a forma de trabalho também.

Uma rápida e simples avaliação de como as ferramentas digitais impulsionaram o Marketing e os 4 P’s, pode ser:

Produto

Agora é possível apresentar seu produto de novas formas e criar novas experiências sensoriais graças por exemplo, aos recursos de realidade virtual ou realidade aumentada. Mas não é só.

Novas tecnologias, novas realidades, produzem novas demandas e até novos produtos e serviços. Um roteador Wi-Fi até então era um produto restrito às redes corporativas e hoje está presente em milhões de lares.

O Cloud Computing, entre outras coisas fez surgir por meio armazenamento em nuvem, um poderoso concorrente ao pen-drive e que só não determinou o seu fim, porque em alguns cenários o segundo ainda se presta bem.

É ainda importante notar que aqui temos um serviço concorrendo com um bem de consumo. Trata-se de uma mudança de paradigma.

Preço

À medida em que a Internet possibilitou o surgimento e crescimento vertiginoso de novos canais de comercialização, em que a loja virtual é o mais comum representante, pode-se obter preços mais atrativos.

Preço é resultado de muitas coisas, incluindo o Marketing que se faz para promoção do produto. Alguém tem que pagar essa conta, a qual ficou menor porque o custo de fazer Marketing Digital também é menor, ao mesmo tempo que os resultados podem ser maiores.

Mas não para por aí. Preço e valor sempre foram aspectos que andaram de mãos dadas e também aqui a Internet e seu arsenal de ferramentas possibilitaram melhorar a percepção de valor associada aos produtos, aos serviços e ao binômio produto / serviço associado.

Praça

A globalização e a queda das barreiras geográficas que a Internet propiciou, fizeram com que os limites de abrangência e alcance do seu produto / serviço, sejam bem menos restritos.

Agora uma empresa não precisava mais ser grande e estar presente fisicamente em várias praças para alcançar clientes em todos os lugares.

Por meio de parcerias, redes de prestadores de serviços e de outras empresas fincadas na mesma Internet, a praça pode ser o mundo todo. Empresas como Amazon e Alibaba estão aí para provar que sim.

Promoção

A Internet está presente nos quatro cantos, 24 horas por dia e profundamente entranhada no quotidiano das pessoas. Com isso o alcance é muito mais amplo.

O investimento também é mais acessível comparado ao Marketing tradicional e o custo de anúncios de televisão, rádio e mídia impressa, ações no ponto de venda e demais ações de publicidade e promoção, bem como o retorno e as possibilidades de mensuração desse retorno.

A partir da avaliação acima, fica claro que os “4P’s” ainda estão aí, mas agora eles cresceram, evoluíram e podem se apresentar sob formas novas, mais diversificadas, criativas e com melhores resultados.

Comprovam-se essas afirmações quando pensamos novamente nas perguntas iniciais.

O que é o webinar senão os antigos, conhecidos e importantes seminários de décadas atrás, mas que agora podem chegar a uma audiência distribuída em todos os continentes, sem exigir investimentos deslocamento e tempo, permitir uma participação mais intensa e integrada e com uma execução bem mais rica em termos de aspectos audio-visuais, graças à transformação digital e a Internet?

Já o e-commerce também possibilitou que aquele lojista que antes vendia apenas localmente, agora possa atender clientes em âmbito nacional ou mesmo internacional, dependendo de pouco investimento e até de conhecimento, visto que há empresas que são capazes de fornecer-lhe as soluções para ter uma ampla presença na grande rede a custo bastante atrativos. Ou mesmo sem custo, já que a informação está aqui, ali, em todo lugar.

Por fim, mas não menos importante, o nômade digital é outro exemplo de uma condição só possível pela mesma Internet. Um profissional já não precisa mais estar fisicamente presente em qualquer lugar para desempenhar suas funções e inclusive novas profissões surgiram decorrentes de características associadas ao mundo digital e que permitem atuar como nômade digital, como o web designer.

Qual a razão do sucesso do Marketing Digital?

Nessa altura, parece quase desnecessário responder a essa pergunta.

Parece claro que a Internet é a grande “culpada” por toda essa transformação e o sucesso obtido até aqui.

Mas essa é a única razão?

Há um outro aspecto que está associado a uma das consequências e que é o relacionamento entre empresas e clientes. As mídias sociais estão aí para provar que as relações mudaram drasticamente a partir da World Wide Web e isso reflete-se também nas relações entre cliente e empresas.

Resultado dessa aproximação, dessa possível melhoria do relacionamento e do conhecimento do cliente, foi possível valorizar o quinto “P” do Marketing.

Quinto “P”? Sim. Vamos entender melhor isso.

Nunca na história do homem, o dinheiro foi abundante para todos, mas em alguns momentos econômicos ele foi ainda mais escasso – como na crise econômica agravada pela pandemia – e foi justamente nestas ocasiões em que a disputa por clientes foi mais acirrada, já que percebeu-se que teriam uma vantagem competitiva aqueles que valorizassem a (P)essoa, por meio da satisfação associada àquilo que se entrega a esses clientes.

Daí veio o quinto “P”, ou seja, a (P)essoa.

E o que é a Internet atualmente senão um mundo virtual em que as pessoas têm novas experiências, relacionam-se, divertem-se, aprendem e vivem cada dia mais conectadas?

Portanto, a tecnologia e a infraestrutura que compõem a Internet só faz sentido porque as (P)essoas usufruem de tudo que ela proporciona em termos de facilidades, benefícios, novidades, atendimento de novas necessidades, desejos e expectativas.

Sobretudo a novidade, é a grande alavanca da Internet.

Quantos serviços passaram a existir só por sua causa? Quantos produtos tiveram aumentos vertiginosos de vendas? Quantas experiências inéditas ela nos proporcionou?

Essas novidades trouxeram consigo novas perguntas, resultado de novos comportamentos dos clientes e o que se achava que se sabia, já não se sabia tanto assim.

Mas entre as muitas vantagens, a tecnologia possibilitou conhecer o cliente como nunca. Um site passou a ser uma fonte riquíssima de informação, bastando a quem o mantinha saber usar as ferramentas certas e saber interpretar as informações obtidas.

O conceito de persona ganhou espaço e importância. Se antes no Marketing a bússola que orientava boa parte das ações era o público-alvo, agora a persona passava a ser o centro de tudo.

8 Ps do Marketing

E para quem achava que 5 P’s bastavam, agora eram possíveis 8!

Para além dos 5, agora temos:

  • Processos – não somente os novos processos para ser fazer as “velhas e novas” coisas que se apresentam em face às novas necessidades e desejos dos clientes, como o aprimoramento de antigos processos, fruto da transformação digital e das novas tecnologias;

  • Posicionamento – o posicionamento pôde ser aprimorado ou alterado em função de um melhor conhecimento do mercado, da definição da persona, da adequação de produtos e/ou serviços, de uma melhor, mais intensa e mais ampla comunicação e relacionamento com os clientes;

  • Performance – é o desempenho na sua forma mais abrangente. É o indicador que reflete o sucesso ou fracasso da empresa. Sabe-se a performance obtida, estabelecendo os Indicadores Chave de Desempenho, do inglês Key Performance Indicators ou KPIs e a partir da comparação entre o que foi estabelecido como meta no planejamento e o que foi realizado, é possível conhecer o desempenho.

Esses “novos P’s” são fundamentais para amparar as ações do Marketing Digital, na medida em que permitem aos profissionais da área embasar seu trabalho em processos melhores, posicionamentos mais precisos e avaliações de desempenho bem definidas.

De forma geral, o trabalho tem um enfoque mais holístico, ou seja, em que as partes são mais integradas e só fazem sentido pelo todo do qual fazem parte, ao mesmo tempo também com uma visão mais estratégica.

O dilema do Marketing Digital

Há dilemas históricos e famosos, como “quem veio primeiro, o ovo ou a galinha?” ou ainda “é mais fresquinho porque vende mais ou vende mais porque é mais fresquinho?”

A Internet também apresenta um aparente dilema na forma como os clientes se relacionam com sua empresa e seus produtos / serviços: a Internet mudou a forma como as pessoas se relacionam entre si e com as coisas ou ela desenvolveu-se para suprir novas necessidades e formas de relacionamento que as pessoas desenvolveram?

A resposta ao nosso dilema, é mais simples que os dois primeiros dilemas.

Em sua origem, a Internet já nasceu – na verdade foi criada – para atender necessidades especificamente militares e posteriormente enxergou-se aplicações comerciais nela.

A partir de então, praticamente tudo que conhecemos em termos de ferramentas e aplicações baseadas na rede mundial de computadores, foi voltado a atender expectativas, desejos e necessidades que seus usuários manifestavam.

Um bom exemplo, é a fotografia. Ela nasceu analógica no século XIX, mas inicialmente era acessível a pouquíssimas pessoas. Registrar e eternizar um momento, era privilégio das elites.

Vieram então as câmeras portáteis, advento que tornou a fotografia acessível a muitos. Há não muitos anos, os celulares com câmeras aumentaram ainda mais sua popularidade e fizeram nascer uma legião de fotógrafos amadores.

Mas foram as várias aplicações que surgiram na World Wide Web, que tornaram possível que qualquer momento que você queira registrar, torne-se imediatamente acessível por qualquer um que esteja conectado à Internet, em uma rede social como o Instagram, ou em um serviço com o Flickr, para citar apenas dois exemplos.

As fronteiras de tempo e espaço hoje são mínimas. O limite do que você quer e pode ter, também. Como atender toda essa imensidão de possibilidades que hoje estão ao alcance dos dedos dos nossos consumidores?

O Marketing Digital pode lhe ajudar com isso. Mas para isso precisamos definir alguns conceitos.

Conceitos do Marketing Digital

Não é muito diferente do nosso velho conhecido, o Marketing, o qual também se apoia em alguns conceitos fundamentais.

O que muda é a ampliação de alguns já conhecidos e alguns poucos novos, como consequência de características próprias das mídias digitais.

É importante salientar que não é nossa pretensão esgotar o assunto ou ser um guia do Marketing Digital ou mesmo um simples glossário para terminologia da área, visto que a prática quotidiana pode revelar uma centena ou mais de outros aspectos essenciais ao desenvolvimento do seu trabalho em nível profissional.

Por isso vamos a alguns aspectos bem básicos a respeito:

Persona

Caracteriza de modo bem detalhado o seu consumidor padrão ou ideal ou aquele a quem você quer direcionar sua atenção.

A Persona é o conjunto das várias características muito bem definidas, bem específicas e marcantes do cliente para o qual você planeja e executa ações de Marketing Digital.

Um exemplo de persona, é o Ricardo, 30 anos, casado, pai de 2 meninas, curso superior, programador, salário de R$ 10.000,00, mora em um bairro de classe média de uma capital, viaja à Europa em suas férias, pratica esportes, interessa-se por tecnologia, economia, livros e gastronomia.

Conhecer a persona, é fundamental para que sua empresa crie ações dirigidas e mais específicas com base em um conhecimento mais profundo do seu consumidor típico.

Invariavelmente uma empresa pode ter mais de um persona, mas geralmente há produtos / serviços específicos para cada persona que você pretende atingir.

Leads

De modo geral, um lead é a parcela do público que apresenta potencial de compra. Pode ser uma pessoa ou outra empresa.

Um lead é portanto, aquele que em algum momento e em alguma oportunidade de relacionamento, demonstrou interesse por sua marca, produto ou serviço, como por exemplo, quando ele preenche um formulário em seu site para receber sua newsletter, ou o visitante que veio à uma landing page que foi criada como parte de uma ação

Funil de Marketing Digital

Da mesma forma que o objeto funil, o funil de Marketing Digital é um modelo que leva em consideração o total do número de possíveis clientes e à medida em que cada etapa da jornada de compra é cumprida, o número de candidatos a clientes vai diminuindo até no final ter apenas os mais qualificados e que irão se tornar clientes de fato.

Por esse comportamento de diminuição – ou perda – de clientes conforme se avança na jornada de comprae, que se atribui essa nomenclatura de funil.

Também conhecido como Pipeline, é tanto o processo como também poder ser uma ferramenta, a qual mostra graficamente como se dá tal diminuição ao longo do processo, entre outros dados que ajudam a interpretar o nível de eficiência do processo.

O funil de Marketing, enquanto processo, é usado conduzir o cliente durante a jornada de compra até o pós-venda. Normalmente se faz isso, por meio de conteúdo relevante e que esclareça suas dúvidas, resolva seus problemas e atenda suas necessidades, desejos e expectativas em cada etapa do processo.

É importante salientar que embora seja comum a confusão, não é o mesmo que Funil de Vendas ou Pipeline de Vendas. São conceitos que embora pareçam similares em alguns aspectos, são distintos!

Landing Pages

Resumidamente, as landing pages são páginas que têm por objetivo captar leads e cujo conteúdo é criado para despertar atenção e interesse neles.

Traduzindo o termo, são páginas de aterrissagem, pois são as páginas nas quais o internauta chega ao site como resultado de uma ação prévia, como por exemplo, o clique em um link contido em uma newsletter.

Normalmente são utilizados recursos para sua criação, pelos quais se dá algo (informação adicional, ofertas, trials, etc) e em troca coletam-se informações dos seus leads para avançar no processo de vendas e ao mesmo tempo alimentar o seu Pipeline de Marketing com informações relevantes.

SEO

SEO é a sigla para um dos pilares do Marketing Digital e que é Search Engine Optimization ou simplesmente Otimização para Motores de Busca.

SEO é o conjunto de técnicas, métodos e estratégias empregados na elaboração de um site e seu conteúdo, bem como em várias ações relacionadas a presença digital da empresa, como por exemplo, suas redes sociais e que tem como objetivo que este site, a marca, o produto, tenham um melhor posicionamento nas SERPs (Search Engine Results Page) ou página de resultados dos motores de busca.

Em outras palavras, é o trabalho que visa produzir um bom posicionamento em termos de busca orgânica nos mecanismos de busca, como Google ou Bing.

O trabalho de SEO pode ser dividido em SEO On Page e SEO Off Page e que respectivamnte e resumidamente correspondem ao conjunto de ações e estratégias que você aplica dentro do seu site (on page) e fora dele (off page), tendo como objetivo um melhor ranqueamento perante o Google, por exemplo.

CTA

CTA é a sigla para Call To Action, ou em português, chamado para ação.

Basicamente é composto pelos links ou recursos de uma página – um botão por exemplo – que incentivam os usuários a realizarem uma ação ou um simples clique, produzindo interação, engajamento ou avanço na jornada de compra.

Um CTA é um mecanismo que incentiva ou convida o internauta a realizar uma ação.

Seja para fazer o download de um e-book ou para se cadastrar em uma promoção, um CTA tem o objetivo de fazer o usuário evoluir em direção à conclusão da compra ou avançar na jornada de compra que mencionamos no pipeline de Marketing, a qual por sua vez é caracterizada pelas etapas que normalmente um lead cumpre até sua consolidação com cliente.

Vale enfatizar que um CTA não necessariamente precisa resultar ou implicar na compra de algo. A instalação de um App no seu smartphone ou a inscrição em um curso online gratuito, podem ser os objetivos pretendidos.

Quais as vantagens do Marketing Digital?

Neste ponto você já sabe muito coisa e entendeu o que diferencia o Marketing que você fazia até então e o que precisa fazer a partir de agora.

É para alguns quase um embate entre o Marketing "tradicional” e o Marketing Digital, embora não devesse ser!

Mas na prática alguns ainda podem nos perguntar: Por que eu devo fazer ou quais as vantagens do Marketing Digital?

Então vamos tratar de resolver as principais dúvidas que você ainda possa ter se ainda não se convenceu da sua importância:

  • Necessidade – mais do que uma opção, hoje é uma necessidade que as empresas engajem-se nas práticas digitais, não só porque em 2021 vivemos o ano da transformação digital. Marcar presença digital, não é mais apenas mais uma opção. Em muitos casos, abdicar disso, se não significar o fim dos negócios a médio e longo prazos, pode no mínimo impactar muito negativamente nos resultados que uma empresa pode conseguir;

  • Personalização – as possibilidades de criação de campanhas e ações mais específicas para um público determinado, são muito amplas. É mais fácil, é mais rápido, é mais barato, tem mais alcance e com resultados muitos melhores, quando se pode ter ações com foco em uma persona bem definida, em vez de um público-alvo;

  • Potencialização – vem da viralização. Se uma peça promocional for original, criativa e bem elaborada, seu público voluntariamente trabalhará para você, compartilhando e potencializando seus resultados. Costuma ter íntima relação com o engajamento que produz na sua audiência;

  • Mensuração – há uma infinidade de métodos e ferramentas para medir os resultados de tudo que você faz na Internet e o melhor de tudo, em tempo real. Com isso, é possível realizar uma melhor avaliação do retorno de todas as ações adotadas, bem como é possível se fazer ajustes e até mudanças de direção das ações, apenas com base nas métricas obtidas;

  • Custo – ações que no passado representavam grandes volumes de investimento, hoje podem ser feitas por empresas de diversos portes, a valores bastante inferiores e atrativos e de acordo com as possibilidades de investimento de cada negócio. Na prática, um profissional independente pode literalmente vender para o mundo todo;

  • Interatividade – o Marketing tradicional sempre colheu dados por meio de pesquisas, mas isso levava tempo, significativo investimento e o espaço amostral era restrito. Com o Marketing Digital, a pesquisa seja a de satisfação ou qualquer outra, pode ser muito mais ampla, rápida e completa. Além disso, há ferramentas que permitem que seu cliente voluntariamente se manifeste quando quiser e sempre que quiser.

Como fazer Marketing Digital?

Agora que você já sabe o que é e porque não pode ficar fora disso, chegou a hora de arregaçar as mangas e colocar as mãos na massa.

Não se preocupe, pois não é difícil. Se você já faz alguma ação de Marketing, então a questão agora é usar os meios digitais para alavancar seus resultados, bem como usar as ferramentas que a Internet lhe oferece.

O leque de opções que você tem à disposição é amplo e, portanto, você tem que ir gradativamente implantando um a um.

Não queira abraçar o mundo de uma só vez. É importante que tudo que for feito, seja com consciência dos porquês, com preocupação na qualidade, na forma como é feito, no conteúdo e na mensuração dos resultados.

Vamos listar a seguir cada uma das alternativas que você tem, lembrando que muitas vezes há ações que são complementares e uma potencializa os resultados da outra.

Quanto mais ações você adotar e mais integradas elas forem, melhores as chances de colher bons resultados:

Investir em Marketing de Conteúdo

A Era da Informação trouxe consigo um cenário no qual o conhecimento e a informação são fundamentais.

E a grande rede tem um papel especial nisso, democratizando o conhecimento e tornando-o disponível literalmente a um clique de mouse.

Investir em Marketing de Conteúdo é parte desse processo de alimentar consumidores em potencial que pesquisam sobre tudo que signifique resolver seus problemas, sanar suas dúvidas e atender seus desejos e necessidades.

Marketing de Conteúdo, basicamente consiste de produzir conteúdo importante, completo e atualizado relativo aos produtos e serviços que você comercializa, bem como das suas marcas e até mesmo da empresa.

Na medida em que você tem muita informação em relação a um determinado assunto e este conteúdo é indexado pelas ferramentas de busca, aumentam as chances de você ser encontrado quando uma busca é feita.

Digamos que você venda açúcar. É um produto simples e que todos – ou muitos – consomem. Que tipo de conteúdo pode estar relacionado a ele?

Em um rápido exercício de quais possibilidades existem, você pode imaginar textos sobre a história do açúcar, valores nutricionais, receitas que fazem uso do produto, dúvidas frequentes, mitos e verdades sobre o consumo de açúcar, entre outras alternativas e assim, sempre que alguém pesquisar sobre açúcar, haverá tantas oportunidades de encontrar o conteúdo que você criou e mantém, quanto possibilidades você imaginou.

Mais do que simplesmente levar potenciais consumidores ao seu site, cada vez que uma visita acontece, você aumenta as chances de seu produto e sua marca serem lembrados quando se pensa nesta commoditie tão simples e comum como é o açúcar. Esse é parte do caminho para o que se conhece no Marketing tradicional como Top Of Mind.

Mas não é só. A imagem da sua empresa e o conceito que criam da sua marca, também passam por um processo de construção na mente dos consumidores, os quais devem ver todo o seu trabalho, com bons olhos. Isso faz parte do que conhecemos como Branding,

Ao listar todo conteúdo que é possível criar sobre um produto ou serviço que você comercializa, se identificar que ele é amplo e dinâmico, você pode criar um blog sobre o assunto, como por exemplo, um blog de receitas doces.

Esse é certamente um tema inesgotável em termos de conteúdos possíveis e altamente atrativo. Há alguma dúvida do quanto esse tipo de ação pode atrair potenciais consumidores?

Isso inclusive recai em outro tema intimamente relacionado, que é o Marketing de Atração ou Inbound Marketing.

Desenvolver ações de SEO ((S)earch (E)ngine (O)ptimization)

Simplesmente produzir conteúdo para um site ou blog, não trará todo o resultado que você pode ter, se este blog não for acessado e não constar bem posicionado nos resultados das buscas dos motores de busca, as SERPs.

Um dos principais fatores para ter um site com um bom ranqueamento, é fazer um trabalho permanente e bem feito de SEO.

Em linhas gerais, o trabalho de SEO consiste em trabalhar palavras-chaves dentro do conteúdo do site. E o que são palavras-chaves? Uma palavra-chave é a palavra que define ou caracteriza o tema principal.

Todo conteúdo tem um conjunto de palavras-chaves principais e secundárias e que são compostas de todas as palavras que têm relação com o tema principal, bem como sinônimos que são usados com frequência nas pesquisas das ferramentas de busca.

No nosso hipotético blog de receitas doces, exemplos de palavras-chaves que certamente constarão das pesquisas sobre o tema doces, devem aparecer: receitas de bolo, pratos doces, doces para festas, sobremesas, açúcar mascavo, açúcar demerara, açúcar cristal, açúcar de confeiteiro, etc.

Portanto, toda a lista de palavras que têm relação com o tema açúcar, deve fazer parte do planejamento de conteúdo que você executar e levar a cabo.

Mas não para por aí. Em muitos casos, é interessante e importante, dar mais profundidade e especificidade às buscas, fugindo do generalismo, o qual pode aumentar a concorrência e diminuir as chances de um bom posicionamento orgânico. Estamos falando das palavras-chaves long tail ou de cauda longa.

Ainda usando a situação hipotética do blog de receitas, usar a palavra-chave de cauda longa "bolo de cenoura vegano", é um exemplo que certamente aumenta as chances de trazer os visitantes que buscam esta particularidade (bolo vegano), do que as demais receitas de bolo de cenoura.

É importante destacar que um bom trabalho de SEO, vai bem além de trabalhar palavras-chaves e há até mesmo empresas e profissionais especializados no assunto, tamanha a importância que tem, bem como o amplo conjunto de técnicas adotadas para produzir um bom resultado.

Enviar E-mail Marketing

Como o nome sugere, e-mail Marketing é todo envio de mensagens de e-mail pelos quais você realiza ações de Marketing.

Exemplos de ações que são classificadas como e-mail Marketing, são envios de e-mails promocionais ou lançamentos, enviados aos seus leads e clientes, mas é também a popular newsletter.

O assunto é bastante amplo e fazer e-mail Marketing exige conhecimento e alguns cuidados para que se alcance resultados, em vez de prejuízos.

O principal cuidado, é utilizar práticas adequadas para que seus e-mails não sejam classificados como SPAM e para tanto, primeiro você deve utilizar boas ferramentas de disparo e em segundo, estar certo de que a forma como está efetuando os envios é apropriada.

Para ter certeza de que o envio é feito de forma correta, veja se todos os seus procedimentos estão de acordo com o Código de Autorregulamentação para Prática de E-mail Marketing, ou simplesmente, CAPEM.

Também é importante atentar à sua base de dados e se ela está em conformidade com o que estabelece a LGPD. Em muitos casos, as mudanças começam com seu site, adequando-o à LGPD.

Ninguém gosta de receber SPAM e se suas mensagens não estiverem dentro de padrões e não atenderem boas práticas e à legislação vigente, a imagem da sua empresa, os seus produtos e serviços, podem ser prejudicados.

Outro ponto vital para obter bons resultados do e-mail Marketing que você envia, são suas listas. No plural mesmo? Devo ter mais de uma?

A não ser que seu negócio seja muito específico e você tenha como alvo apenas uma persona, as suas listas devem ser separadas pelo agrupamento das características de cada grupo de potenciais consumidores, ou das diferentes personas, afinal você não quer mandar nada sobre açúcar refinado "comum" para alguém que só consome produtos orgânicos, não é?

Participar das Redes Sociais

Nada na Internet atualmente tem a força e o poder de penetração das redes sociais. Quantas e quais pessoas não acessam diariamente uma ou mais redes?

Na verdade, os dispositivos móveis – tablets e smartphones – favoreceram o acesso contínuo destas mídias.

Assim, não estar presente em pelo menos uma delas ou nas principais, representa uma grande perda de oportunidades de comunicação da sua marca e empresa com seus clientes e aqueles que têm potencial para serem.

Pelas características – mais do que um canal de comunicação com seus clientes – as redes sociais são um meio de se fazer Marketing de Relacionamento.

No entanto, ao decidir por ingressar nas redes sociais, a empresa deve ter bem claro sua ou suas personas, já que a linguagem usada precisa estar de acordo com os perfis de consumidores com os quais ela quer se relacionar.

Vale notar que fazer uso adequado da linguagem apropriada às suas personas, não se restringe às redes sociais. Deve ser observada em quaisquer tipos de site que você mantenha.

Nas redes sociais, mais do que em qualquer outra mídia digital, o conhecimento profundo de como pensa e do que quer o seu público, é fundamental, já que é onde as pessoas sentem-se mais à vontade para manifestar suas expectativas, desejos e necessidades, bem como elas são mais autênticas em relação ao que pensam e o que são.

Outro cuidado importante, refere-se a como a empresa utilizará as redes sociais. Se por exemplo, a empresa começar a utilizar sua página no Facebook para esclarecer dúvidas de seus produtos / serviços, os clientes e potenciais consumidores assumirão que se trata de um canal de atendimento ou suporte.

Portanto, deve-se avaliar cuidadosamente o comportamento e as ações da empresa, quando marcar presença nas redes sociais.

Trabalhar os Links Patrocinados

Os links patrocinados consistem de uma das ações possíveis de Marketing Digital mais antigas e mais usadas.

Toda vez que você efetua uma pesquisa em uma ferramenta de busca, são exibidos uma série de resultados – as SERPs – que incluem os chamados resultados orgânicos e os links que são pagos e são posicionados em áreas específicas na página.

Estes são resultados dos links patrocinados e são administrados pela ferramenta chamada Google Ads.

O sistema é bastante simples e segue a ideia de que as pessoas quando buscam alguma coisa, utilizam nas pesquisas algumas palavras que são normalmente as mais comuns ou que vêm à mente frequentemente quando se quer algo.

São as palavras-chave ou as principais palavras relacionadas a um tema, produto ou serviço.

Portanto, ao mesmo tempo há que se fazer um trabalho de incluir no Google Ads as palavras mais comuns associadas ao conteúdo do seu site, bem como produzir um conteúdo completo, abrangente, de qualidade e relevante com base nessas mesmas palavras.

Aqui há uma conexão com o seu trabalho em relação ao Marketing de Conteúdo, sem o qual os resultados nos links patrocinados, podem ser comprometidos.

Lembra do nosso “case do açúcar”?

Desenvolver o Inbound Marketing

Diferentemente do e-mail Marketing ou do SEO, que são ações bem claramente definidas, individuais e específicas, o Inbound Marketing na verdade é caracterizado por ser resultante de um conjunto de outras ações.

Ao nos referirmos a ele por seu equivalente em português (Marketing de Atração), é mais fácil entender o que é, já que o conjunto de tudo o que você faz para atrair seus leads, é o que caracteriza o Inbound Marketing e fica claro que ele não consiste de uma, mas muitas ações combinadas e estrategicamente estudadas.

Quando se sabe que ele se baseia fortemente em bons trabalhos de SEO, Marketing de Conteúdo e ações em Redes Sociais, este caráter múltiplo fica mais evidente e assim o objetivo é trabalhar nas mais diferentes frentes, para aumentar as chances de ser encontrado.

Para tornar o conceito mais claro e concreto, em nosso exemplo do açúcar, criar conteúdo claro e completo dos aspectos nutricionais de diferentes tipos de açúcar que sua empresa comercializa, produzir uma lista das palavras-chaves relacionadas e apresentar tudo isso de uma maneira criativa, útil e relevante nas redes sociais, é uma maneira de fazer Inbound Marketing ou de atrair quem busca sobre o valor nutricional do alimento, por exemplo.

Em tempos em que as pessoas preocupam-se mais com questões relacionadas a saúde e a qualidade dos produtos, você consegue perceber o quanto um conteúdo bom, explicativo e criativo pode gerar compartilhamentos em uma rede social?

Fazer Marketing de Afiliados

Afiliados são constituídos por pessoas ou empresas que por iniciativa própria, unem-se a uma empresa ou instituição.

Essa afiliação traz benefícios ao afiliado e ao afiliador por meio de um programa que “recompensa” o afiliado mediante pagamento de comissões pelas ações que este desenvolve para promover a marca, ou um produto ou serviço.

A forma mais popular de programas de afiliados, são dos afiliados digitais, em que as ações se desenvolvem pelos meios ou mídias digitais.

Sendo assim, o Marketing de Afiliados é o conjunto de ações de Marketing – tradicional e/ou digital – adotadas pelos afiliados e que visa a promoção da empresa, marca e produto do afiliador.

A grande vantagem do Marketing de Afiliados, é que o afiliado desenvolve ações de acordo com sua disposição em envolver-se no programa, sem cobranças que vínculos mais formais produzem. Para o afiliador, a vantagem é que a remuneração só é paga quando a conversão é confirmada.

Realizar a Qualificação de leads

A qualificação de leads deve levar em consideração dois pontos fundamentais – a persona e jornada de compra dos seus clientes.

A empresa precisa instituir mecanismos para identificar a intenção de compra de acordo com as personas definidas, bem como também precisa estabelecer as etapas que os leads percorrem até a concretização da compra – a dita jornada de compra.

Leads adequadamente qualificados resultam em mais vendas e por isso empresas que fazem um trabalho de Marketing Digital consistente, têm investido nisso.

Exemplos não faltam. Quer um? Quantos serviços na Internet hoje estão disponíveis a partir de 1 mês grátis? Muitos, não é mesmo?

Você já parou para pensar o que se pretende com isso?

Para usufruir desse mês de gratuidade, na maior parte dos casos, é preciso preencher um cadastro com informações relevantes do usuário, fornecer os dados de um cartão de crédito e começar a usar. Ao proceder assim, o trabalho começa.

A partir do uso do serviço, a empresa começa a coleta de informações de preferência e uso que cada usuário faz do serviço, alimentando bancos de dados e um sistema de inteligência artificial, que servirão para traçar um perfil em termos de necessidades que um lead com elevado potencial de compra tem, afinal ele está usando o serviço.

Isso somado aos dados cadastrais, é fundamental no processo de qualificação dos futuros leads.

Trabalhar o Marketing de Influência

De modo bastante resumido, é o Marketing que se faz usando ferramentas que têm o poder de interferir nas ações, nos comportamentos e nos resultados daqueles que são os clientes em potencial.

Em termos práticos, é fazer uso dos influenciadores digitais para potencializar as ações de Marketing.

Os influenciadores digitais são fruto da Internet, mas a influência que personalidades ou pessoas que têm algum nível de crédito, ou que têm uma imagem de destaque emprestam a um produto ou marca, não é uma prática nova.

O digital influencer – outra designação para o influenciador – tem se revelado um meio bastante eficaz para chegar à nossa persona, pois ele já percorreu o caminho que muitas empresas têm que trilhar, ou seja, ele já tem a confiança e os ouvidos abertos daqueles para quem a empresa quer falar.

O influenciador já tem uma porta aberta, ou várias. Ele entra duas, três ou mais vezes por semana na intimidade da persona e por escolha voluntária dela.

O seu cliente verdadeiramente considera o que diz o seu influenciador digital preferido, tanto ou mais que seu pai, sua mãe ou um grande amigo.

Essa confiança, essa identidade, a linguagem que aproxima influenciado e influenciador, fazem com que o alcance e a naturalidade da mensagem chegue à mente e ao coração da persona.

O que mais preciso fazer?

As ações que vimos até aqui, representam o básico de um trabalho de Marketing Digital, o qual pode e invariavelmente é tão ou mais amplo que o Marketing tradicional.

Quando bem compreendidos os conceitos e devidamente aplicados de forma gradativa, estruturada e consciente podem trazer resultados consistentes. Isso significa não esquecer de pontos básicos:

  • Conhecer a(s) sua(s) persona(s), bem como suas necessidades, desejos e expectativas em relação ao seu produto / serviço;

  • Estabelecer as necessidades e desejos do seu negócio;

  • Conhecer a concorrência e o mercado;

  • Fazer um planejamento de Marketing Digital, determinando metas, responsabilidades, prazos, objetivos, quem faz o que e como faz, entre outros pontos que um bom planejamento deve contemplar;

  • Determinar os KPIs (Key Performance Indicators), implantar ferramentas para gerar e avaliar métricas;

  • Desenvolver e manter uma cultura orientada ao cliente e que implica em escutar o cliente.

Mas independente do que fazer e como fazer, é sempre importante que os resultados obtidos com tudo, possam ser quantificados, qualificados e avaliados, de modo a poder medir tanto quanto for possível, o retorno sobre o investimento (ROI ou Return Over Investment) e a planejar eventuais mudanças e ajustes.

Flexibilidade e dinamismo para mudar, é crucial e sem um conjunto de ferramentas para mensurar os resultados, você não será capaz de corrigir o que não vai tão bem ou potencializar o que lhe traz bons resultados.

Conclusão

O Marketing Digital há tempos já não é uma mera tendência e tampouco é uma questão de opção. Ele é uma necessidade, mas que felizmente se apresenta sob um amplo leque de alternativas acessíveis a empresas dos mais diferentes portes e segmentos de atuação, sem o que os resultados e mesma a sobrevivência do negócio, podem estar sob séria ameaça.

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