As 10 Redes Sociais mais usadas no Brasil
Ainda que nem todo mundo esteja nas redes sociais, é inegável que o contingente das pessoas que as utilizam diariamente é imenso e, por esse motivo, saber tanto quanto for possível do cenário no país é fundamental para aqueles que pensam de modo estratégico a sua presença digital.
Por isso, conforme temos feito há algum tempo, no post de hoje trazemos o ranking atualizado das redes sociais mais usadas no Brasil.
Mas não se trata apenas de mais um top 10, como há muitos por aí.
A ideia é contextualizar os dados, de modo que os responsáveis pelas estratégias possam tomar decisões mais embasadas e consequentemente, colham melhores resultados.
Por que seu negócio deve estar nas redes sociais?
Sejam as empresas dos mais diversos portes e segmentos de atuação, sejam os profissionais liberais, autônomos e freelancers, sejam ainda os usuários finais, é no mínimo intuitivo que estar em alguma rede social, em algum momento traz algum tipo de benefício.
No entanto, quando a motivação é comercial, as razões precisam ser bem precisas e fundamentadas.
Mas para compreender bem esse cenário, requer olharmos para o passado, mais precisamente o ano de 2004, que ficou marcado pelo surgimento daquela que se não foi a primeira, foi a mais popular e mais bem-sucedida rede social até então – o Orkut.
Apenas 4 anos depois de sua criação, o Brasil se tornou o país com maior número de usuários do Orkut no mundo, com mais de 40 milhões, condição que se manteve até o encerramento da rede, 10 anos mais tarde.
Desde então, várias outras redes sociais surgiram, cada qual com suas próprias propostas e conceitos, muitas vezes bem diferentes das mais populares, mas tal como o Orkut, algumas também se foram, porém sem terem alcançado o mesmo sucesso.
Hoje são algumas dezenas de sites / serviços com foco nas interações sociais entre pessoas, ainda que a proposta inicial não tenha sido essa, como é o caso do YouTube, o qual alguns classificam não como rede social, mas mídia social.
Não importa de qual plataforma estamos falando, é fato que o Brasil sempre apareceu nas primeiras posições quando o assunto é o número de usuários, comprovando o poder e influência que esse tipo de serviço têm na "Terra Brasilis".
Engana-se quem pensa que o brasileiro é apenas usuário das redes sociais. Elas não são o fim e sim um meio para atender outras necessidades, como o gráfico a seguir nos mostra.

Quando observamos os dados acima, sabemos que:
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Cerca de 3 em cada 4 pessoas (76%) usam a Internet para encontrar informações (finding information);
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Quase 7 em cada 10 (69,4%) usam a Web para pesquisa sobre como fazer coisas (researching how to do things);
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Praticamente a mesma quantidade (69,1%) acessa para pesquisar sobre produtos e marcas (researching products and brands);
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O mesmo percentual justifica que é para manter contato com amigos e familiares (staying in touch with friends and family);
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Aproximadamente 65,2% buscam ter novas ideias e inspiração (finding new ideas and inspiration).
Entre muitas conclusões, esses dados ajudam a compreender parte do sucesso de determinados canais em uma das principais redes no país, o YouTube.
Se até não muito tempo atrás tinham destaque os youtubers cujo conteúdo era difícil de definir em uma só ou pouquíssimas palavras, hoje canais como “Manual do Mundo” ou os menos genéricos “Ciência Todo Dia” e “SpaceToday”, vêm angariando um público que mostra que brasileiro gosta de conteúdo original e de qualidade e de conhecer os porquês das coisas.
Na esteira de como fazer as coisas, o interesse pode ser por algo gostoso para cozinhas, como é o caso do canal da “Paola Carosella”, ou talvez coisas do dia a dia e de modo prático e rápido, como se propõe o “Almanaque SOS”.
Não importa o direcionamento de cada canal, o que está claro é que o internauta brasileiro dá preferência ao conhecimento avalizado e bem fundamentado, a chamada autoridade tópica (Topical Authority) e o YouTube inquestionavelmente é imbatível, seja pelo gigantesco acervo que oferece, seja pela comodidade para consumir seu conteúdo.
Em outras palavras, ainda que alguém não se sente à frente do seu notebook ou passe a mão no celular para deliberadamente acessar uma rede social qualquer, pode acabar em uma se ela for capaz de satisfazer o seu interesse.
Entretanto, é preciso cuidado e em vez de tirarmos conclusões precipitadas, devemos saber analisar os dados sobre diferentes perspectivas.

Vê-se que diferentemente do que somos inicialmente inclinados a supor, a principal justificativa dos usuários para acessar uma rede social é manter contato com amigos e familiares (keeping in touch with friends and family).
A busca por informações e conteúdos (finding content) cai para 40,8% das pessoas, quando estão em uma rede social, sendo que “apenas” 171 milhões (79,5% da população) têm conta em alguma. Ou seja, embora tenha uma relevância que não pode ser desprezada, esse não é o canal preferido para tal finalidade.
Logo, vê-se que quando mudam as intenções, mudam também as motivações e, portanto, saber isso, faz toda diferença!
Considerações sobre os dados usados
Antes de irmos ao ranking, é preciso destacar alguns aspectos dos dados usados para determiná-lo.
Tenha em mente que os dados consolidados se referem à 2025 e no intervalo de apenas alguns meses, muita coisa pode mudar e casos reais não faltam para sustentar essa afirmação.
Foi o caso por exemplo do Threads, que por ocasião do seu lançamento conseguiu 100 milhões de usuários em semanas, para pouco tempo depois observar uma queda de 20% no número de usuários ativos. Porém, os dois últimos anos foram de recuperação e, segundo dados recentes da Meta:
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Usuários mensais ativos (MAUs) – em 2026 ultrapassou o X (antigo Twitter) em número de usuários ativos (mensais);
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Taxa de engajamento – o Threads tem quase o dobro de interação por post;
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Receita anual projetada – aparece como a plataforma mais lucrativa da Meta depois do Instagram.
Especificamente em relação aos dados, optamos por nos basear no Digital 2026: Brazil report, um grande compilado de dados elaborado pela We Are Social em parceria com a Meltwater.
Desde 2015 e, portanto, ao longo da última década, esse imenso e valioso relatório vem sendo elaborado com base em dados colhidos junto a nomes importantes e conhecidos no segmento, como GWI, Statista, Semrush, GSMA Intelligence, Similarweb, entre outros.
Outro fator que deve ser levado em consideração, é que diferentes metodologias podem ser utilizadas na compilação dos dados estatísticos e que podem resultar em algumas discrepâncias a depender da empresa que os apresenta. Um exemplo, é a frequência de acesso necessária para considerar um usuário como ativo. Diferentes frequências, resultam em diferentes números totais de usuários ativos por rede social.
Apesar disso, quando comparamos os dados do relatório da We Are Social, com outros números apresentados em outras fontes também dignas de crédito, observam-se diferenças pequenas, da ordem de 2 ou 3% ou até inferiores, o que confere segurança na avaliação.
Com essas considerações em mente, vamos ao que interessa…
As 10 redes sociais mais usadas no Brasil
A disputa pelas posições de liderança em termos de usuários globais, é acirrada.
No entanto, no Brasil é possível encontrar particularidades. É o caso dos ocupantes da primeira até a quarta posições, que apresentaram mudanças importantes em 2026 se compararmos com anos anteriores, mas que em termos globais apresentaram alterações não tão grandes.
Outro ponto que merece ser observado, é que na pesquisa feita pela We Are Social, o universo de usuários que acessam a Web no país, leva em consideração apenas as pessoas com 16 anos ou mais. Já segundo a pesquisa TIC Domicílios, outra importante fonte de informação confiável, 85% da população brasileira com 10 anos ou mais era usuária de Internet em 2025, ou seja, resultando em uma diferença de mais de 5% de diferença em relação ao número anteriormente informado.
É importante mencionar essas diferenças, para não levantar questionamentos quanto à precisão das informações.
Portanto, os dados nos quais nos baseamos são suficientemente confiáveis para a propósito desse conteúdo, que é conceber estratégias para atuação eficaz nas redes sociais, visando o público consumidor adulto, lembrando que no Brasil, a legislação – incluindo o Marco Civil da Internet e o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA Digital) – estabelece diretrizes específicas para a atuação de empresas e plataformas digitais junto a esse público.
Por fim, mas não menos importante, na pesquisa DataReportal, o WhatsApp não aparece no ranking de alcance publicitário, já que não oferece anúncios da mesma forma que outras redes sociais. No entanto, sua representatividade no Brasil é indiscutível, afinal é o aplicativo de mensagens mais utilizado, presente em mais de 95% dos usuários de Internet no país.
Por isso, mesmo sem constar nos números absolutos de audiência publicitária, é fundamental considerá-lo como peça central nas estratégias digitais.
1. WhatsApp
Há quem argumente que o WhatsApp não é uma rede social típica, mas sim um aplicativo de comunicação instantânea. No entanto, seus recursos de socialização, como os grupos, as listas de transmissão e as comunidades, fazem dele também uma rede social com características próprias.
No Brasil, sua representatividade é incontestável. É utilizado por mais de 95% dos usuários de Internet, segundo o DataReportal 2026. Esse índice o coloca como a plataforma mais difundida do país, mesmo sem aparecer no ranking de alcance publicitário, já que não oferece anúncios da mesma forma que YouTube ou Instagram.
Desde que foi adquirido pelo Facebook (hoje Meta), o híbrido de aplicativo e rede social se consolidou como uma das principais formas de comunicação digital entre pessoas e empresas. O WhatsApp Business ampliou ainda mais esse papel, permitindo que marcas ofereçam atendimento, suporte e até façam vendas diretamente pelo aplicativo, aproveitando a familiaridade que os consumidores já têm com a ferramenta.
Outros atrativos do WhatsApp:
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Uso de dados – a política de muitas operadoras de telefonia, que frequentemente oferecem planos com uso ilimitado do WhatsApp sem descontar da franquia de dados;
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Alternativa ao telefone – o aplicativo substituiu em grande medida as chamadas telefônicas tradicionais, com recursos de voz e chamadas de vídeo gratuitos;
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Formatos de mídia – permite anexar diversos formatos de mídia;
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Mensagens – o sistema de chat também conta com algumas facilidades, como textos pré-programáveis, fazendo com que as conversas sejam mais dinâmicas e agilizando o atendimento;
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Integração com Face e Insta – permite aos clientes entrar em contato por meio do WhatsApp Business, sem que tenham que sair das redes sociais, facilitando o contato por parte dos clientes;
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Catálogo de Produtos - transforma o app em canal de conversão direta para PMEs.
O resultado é que o WhatsApp se tornou parte essencial da vida digital dos brasileiros, difícil de imaginar qualquer concorrente capaz de desbancar sua posição de liderança.
2. YouTube
Em números absolutos, o YouTube lidera o ranking das redes sociais no Brasil, com 150 milhões de usuários potenciais alcançados por publicidade em outubro de 2025. Esse dado, publicado nos recursos próprios da plataforma e compilado pelo DataReportal, confirma a posição de destaque do YouTube no cenário digital brasileiro.
Fundado em 2005, o YouTube se consolidou como sinônimo de vídeos na Web. Sua facilidade de uso – basta um celular com câmera e acesso à Internet para publicar conteúdo – foi decisiva para o sucesso, especialmente considerando que o celular é hoje o principal meio de acesso à rede mundial de computadores.
A plataforma vem evoluindo constantemente para atender às novas demandas, como transmissões ao vivo (Live Marketing) e os Shorts, que já ultrapassaram dezenas de bilhões de visualizações diárias.
Alguns números representativos do gigantismo do YouTube:
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É o segundo maior mecanismo de busca do mundo, atrás apenas do Google, que também é seu proprietário;
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Mais de 1 bilhão de horas de vídeos e 5 bilhões de vídeos são assistidos diariamente, superando Netflix e Facebook juntos;
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Centenas de milhares de horas de vídeo são enviadas todos os dias, sendo cerca de 500 horas por minuto;
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Disponível em mais de 100 países e 80 idiomas, com mais de 2,7 bilhões de usuários globais.
Embora tenha nascido como um site de compartilhamento de vídeos, o YouTube ganhou contornos de rede social, pois os produtores de conteúdo interagem com suas audiências, utilizam hashtags e criam comunidades em torno de temas diversos.
Há dois diferenciais importantes do YouTube em relação às demais redes:
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Seu conteúdo é consumível por qualquer pessoa com acesso à Internet, mesmo sem conta na plataforma, algo que não ocorre em várias outras redes sociais;
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Nos acessos por PC, via navegador, não é preciso estar logado para consumir os conteúdos.
3. Instagram
O crescimento e a consolidação do Instagram como uma das redes sociais preferidas dos brasileiros, não é surpresa. Em outubro de 2025, a plataforma contabilizava 147 milhões de usuários potenciais alcançados por publicidade no Brasil, segundo dados do relatório 2026. Esse número confirma sua posição de destaque, logo atrás do YouTube.
Concebido inicialmente para o ambiente mobile, o Instagram ainda privilegia os dispositivos móveis, embora hoje também seja acessível via navegador. Desde sua aquisição pela Meta em 2012, o aplicativo expandiu muito além do compartilhamento de fotos: Reels, Stories, enquetes, perguntas e GIFs animados tornaram-se recursos centrais para engajamento.
Por que o Instagram é estratégico para empresas, especialmente as PMEs:
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Alcance imenso – aproximadamente 147 milhões de usuários potenciais no Brasil;
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Ferramentas de interação – enquetes, perguntas e Reels permitem contato direto com o público;
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Contas comerciais – oferece métricas de engajamento e impressões, essenciais para avaliar campanhas;
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Vocação para negócios – o Instagram é hoje uma das plataformas mais utilizadas para promover marcas, produtos e serviços, com destaque para pequenas e médias empresas que encontram nele um canal acessível e eficiente.
O crescimento comercial do Instagram é um dos mais expressivos entre todas as redes sociais. Para PMEs, ele representa uma oportunidade única de inserção digital, permitindo competir com grandes marcas por meio de estratégias criativas e bem direcionadas.
4. Facebook
Os números do Facebook já não são os mesmos de outros tempos, tanto no Brasil quanto globalmente. Escândalos como o da Cambridge Analytica, debates sobre fake news e discurso de ódio, além de questionamentos sobre transparência, abalaram a reputação da plataforma e levaram acionistas e analistas a discutir os rumos da empresa.
Apesar disso, o Facebook ainda ocupa lugar de destaque. Em outubro de 2025, a plataforma registrava 109 milhões de usuários potenciais alcançados por publicidade no Brasil. Embora seja uma queda em relação a anos anteriores, o número continua muito expressivo e mantém o país entre os maiores mercados da rede, atrás apenas de Índia, Estados Unidos e Indonésia.
Por que o Facebook ainda é relevante para empresas:
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Alcance expressivo – 109 milhões de usuários potenciais no Brasil;
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Diversidade de público – continua sendo uma das redes mais abrangentes em termos demográficos;
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Ferramentas de negócios – páginas, grupos e marketplace oferecem canais diretos de relacionamento e vendas;
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Integração com outras plataformas da Meta – permite estratégias cruzadas com Instagram e WhatsApp;
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Publicidade segmentada – ainda é uma das ferramentas mais poderosas para campanhas direcionadas.
Mesmo diante de um cenário menos positivo do que no seu auge, o Facebook permanece versátil e relevante. Para pequenas e médias empresas, ele continua sendo um espaço estratégico para construir presença digital, alcançar públicos variados e explorar recursos de Marketing com bom custo-benefício.
5. TikTok
O TikTok se consolidou como um fenômeno global e nacional, com crescimento consistente desde o seu lançamento em 2016 pela ByteDance.
No Brasil, a plataforma já contabiliza mais de 131 milhões de usuários potenciais, segundo o DataReportal 2026. Esse número confirma sua posição como uma das redes mais populares do país, especialmente entre os mais jovens.
A receita de sucesso vem dos conteúdos curtos e de rápido consumo, que se alinham perfeitamente ao comportamento das novas gerações, que buscam dinamismo e entretenimento imediato. O impacto foi tão grande que os Reels no Instagram e os Shorts no YouTube, foram criados para satisfazer essa nova demanda de consumo de conteúdo.
Por que o TikTok é estratégico para PMEs:
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Alcance massivo entre jovens – 131 milhões de usuários potenciais no Brasil, com forte concentração nas faixas etárias mais jovens;
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Formato envolvente – vídeos curtos e criativos favorecem narrativas rápidas e objetivas;
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Alta taxa de engajamento – o seu algoritmo privilegia relevância e interação, permitindo que conteúdos de pequenas marcas tenham engajamento significativo;
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Tendências virais – as hashtags e os desafios oferecem oportunidades para as PMEs ampliarem sua visibilidade na Web;
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Ferramentas de anúncios – campanhas segmentadas permitem atingir públicos específicos com custos relativamente acessíveis.
O TikTok deixou de ser apenas uma rede de entretenimento e se tornou um espaço estratégico para fazer negócios. Para pequenas e médias empresas, ele representa uma oportunidade única de competir em igualdade de condições com grandes marcas, desde que saibam explorar a criatividade e a autenticidade que a plataforma valoriza.
6. LinkedIn
Durante muito tempo, o LinkedIn não figurou entre as redes sociais mais relevantes no Brasil. Porém o cenário mudou e segundo o último DataReportal, a plataforma já contabiliza cerca de 90 milhões de membros registrados no país. Esse número coloca o Brasil entre os maiores mercados globais da rede, reforçando a sua importância estratégica.
Originalmente concebido como uma rede voltada para conexões profissionais, o LinkedIn evoluiu para se tornar também um espaço de conteúdo e engajamento. Hoje, além de currículos e vagas de emprego, a plataforma abriga artigos, vídeos, transmissões ao vivo e interações que aproximam empresas e profissionais.
Por que o LinkedIn é estratégico para empresas (inclusive PMEs):
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Base sólida de usuários – 90 milhões de usuários no Brasil, com forte presença de profissionais qualificados;
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Foco em negócios – ideal para posicionamento de marca, networking e prospecção B2B;
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Conteúdo de autoridade – artigos e posts ajudam a construir reputação e uma boa fonte de conteúdos profissionais;
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Ferramentas de recrutamento – permite atrair talentos de forma segmentada e eficiente;
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Publicidade direcionada – campanhas podem ser ajustadas para atingir decisores e públicos específicos.
O LinkedIn deixou de ser apenas um “currículo online” e se tornou uma rede social estratégica para os negócios. Para pequenas e médias empresas, ele representa uma oportunidade de se posicionar como referência em seu setor, atrair clientes, costurar parcerias e fortalecer sua marca em um ambiente profissional.
7. Facebook Messenger
Não é exagero dizer que a sétima posição se deve ao histórico de sucesso da rede que, por muito tempo, foi líder. Isso porque o Facebook Messenger é o serviço de mensagens e bate-papo gratuito do Facebook, que possui seu próprio aplicativo e plataforma.
Ele continua relevante no Brasil, mesmo diante da concorrência de outras plataformas como WhatsApp, com ainda importantes 46,9 milhões de usuários potenciais e ainda que não tenha a mesma penetração e eficiência do WhatsApp, o Messenger mantém a sua utilidade por estar diretamente ligado ao ecossistema do Facebook, permitindo comunicação rápida e integrada com páginas e perfis.
Por que o Messenger é estratégico para PMEs:
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Integração com Facebook – facilita o atendimento direto a clientes que interagem com páginas da marca;
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Ferramentas de automação – os chatbots e as respostas automáticas constituem ferramentas ótimas e ajudam a otimizar o suporte;
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Canal de relacionamento – permite conversas privadas e personalizadas, favorecendo as ações de relacionamento com os clientes;
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Publicidade integrada – as campanhas no Facebook podem direcionar usuários diretamente para conversas no Messenger;
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Complemento ao WhatsApp – oferece uma alternativa de contato dentro do mesmo ecossistema da Meta.
Apesar de não ocupar as primeiras posições no ranking, o Messenger continua sendo útil para as empresas que construíram uma presença ativa no Facebook. Para PMEs, pode ser um canal adicional de atendimento e engajamento, especialmente quando integrado a estratégias multicanal.
8. Pinterest
O Pinterest vem oscilando ao longo do tempo, tanto que já foi a terceira e a décima colocada entre as redes sociais preferidas dos brasileiros. Ainda assim, continua relevante e ocupa atualmente a 8ª posição com 42,2 milhões de usuários potenciais no país.
O conceito que deu origem ao Pinterest permanece original: uma espécie de “mural digital de ideias e inspirações”, onde cada usuário pode “fixar” conteúdos de interesse, como decoração, gastronomia, moda, tecnologia e artes e descobrir perfis compatíveis.
Por que o Pinterest é estratégico para empresas (inclusive PMEs):
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Audiência qualificada – 42,2 milhões de usuários potenciais, com predominância feminina e boa distribuição por faixa etária;
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Foco em inspiração e descoberta – ótimo canal para as marcas que trabalham com estética, design, moda, gastronomia e lifestyle;
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Tráfego para sites – os pins funcionam como links diretos, gerando visitas qualificadas para e-commerces e blogs;
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Ciclo de vida longo do conteúdo – diferente de outras redes, os pins têm relevância duradoura e podem continuar gerando engajamento meses após a publicação.
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Ferramentas de negócios – contas comerciais oferecem métricas e recursos de segmentação para campanhas visuais.
Embora não esteja mais entre as primeiras posições do ranking, o Pinterest mantém a clara e distinta vocação de ser uma plataforma de inspiração e descoberta. Para pequenas e médias empresas, especialmente aquelas ligadas a moda, decoração, gastronomia e artes, ele continua sendo um canal estratégico para atrair clientes e fortalecer a presença digital.
9. Reddit
O Reddit é conceitualmente bem diferente das demais, funcionando mais como um grande fórum de discussões, organizado em comunidades chamadas subreddits, cada uma dedicada a um tema específico.
No Brasil, o Reddit contabilizava 19,9 milhões de usuários potenciais em 2025. Embora pareça um número pequeno em comparação a outras plataformas, sua relevância está na profundidade das interações e na segmentação em torno de temas específicos, bem como no elevado interesse em torno de determinados assuntos.
Por que o Reddit pode ser estratégico para empresas:
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Comunidades segmentadas – cada subreddit reúne pessoas interessadas em tópicos específicos, permitindo comunicação altamente dirigida;
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Engajamento profundo – as discussões são mais detalhadas e interativas, favorecendo as marcas que desejam construir autoridade e atendimentos mais personalizados;
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Feedback direto – usuários compartilham opiniões sinceras, úteis para pesquisa de mercado, inovação e melhorias;
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Conteúdo orgânico – posts relevantes podem ganhar visibilidade sem investimento em mídia paga;
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Internacionalização – além do público brasileiro, empresas podem alcançar comunidades globais ligadas ao seu setor.
Embora não seja uma rede de massa como Instagram ou TikTok, o Reddit oferece oportunidades únicas para empresas que buscam nichos específicos e engajamento qualificado. Para PMEs, pode ser um espaço valioso para validar ideias, testar produtos e construir autoridade em comunidades alinhadas ao seu mercado.
10. X (antigo Twitter)
Se no passado o Twitter – agora chamado apenas de X – figurava entre as primeiras posições e era quase obrigatório para qualquer pessoa conectada, hoje a realidade é muito diferente. A rede vem perdendo espaço sucessivamente, tanto no Brasil quanto globalmente.
Os dados do DataReportal 2026 registram 17,1 milhões de usuários no Brasil, um número bem inferior ao de anos anteriores. Essa queda reflete não apenas mudanças no comportamento dos usuários, mas também o impacto das decisões tomadas após a aquisição por Elon Musk, que geraram polêmicas e descontentamento generalizado.
Apesar do acentuado declínio, o X ainda preserva características que o tornaram único, como as hashtags, os trending topics e a comunicação rápida e direta. Esses elementos continuam sendo diferenciais e explicam por que, mesmo diante da concorrência de alternativas como Mastodon, Koo e Threads, a plataforma ainda mantém relevância.
Por que o X ainda pode ser estratégico:
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Comunicação instantânea – ainda é uma solução para mensagens rápidas e interação em tempo real;
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Visibilidade em trending topics – oferece a oportunidade de inserir a marca em conversas de grande alcance;
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Cobertura de eventos – continua sendo uma das redes preferidas para acompanhar acontecimentos ao vivo;
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Engajamento direto – permite contato rápido com clientes e seguidores;
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Nicho de usuários fiéis – embora menor, a base ainda é relevante e engajada.
Quem decidir usá-lo precisa saber que os problemas vão além das decisões de Musk, como o uso excessivo de robôs, disseminação de fake news e falta de políticas claras de moderação. Ainda assim, para empresas que desejam estar presentes em conversas públicas e em tempo real, o X pode ser um canal complementar dentro de uma estratégia multicanal.
Conclusão
Estar nas redes sociais vai além de criar perfis: exige estratégia alinhada aos objetivos da sua PME. Cada plataforma tem um papel único no funil, seja gerando autoridade, atendendo clientes ou realizando vendas diretas. Analise onde seu público real está ativo, adeque sua linguagem, produza conteúdo de valor e acompanhe suas métricas para transformar seguidores em clientes.


