8 dicas de como usar a Internet para vender mais!
Todo mundo costuma ver e ouvir que a Internet é um instrumento excelente para vender mais, não é?
Mas na prática e especialmente os pequenos negócios – cujo trabalho está baseado nas vendas presenciais – têm uma imensa dificuldade de usar a Web para alavancar as vendas e essa acaba sendo a razão pela qual muitos naufragam e até mesmo acabam acreditando que ela não é para todos.
Por isso preparamos esse artigo onde vamos apresentar um conjunto de ações que estão ao alcance da maioria dos negócios e que uma vez adotadas podem contribuir de modo importante no aumento das vendas mesmo quando o seu faturamento vem do mundo físico.
Cuidados e o que não fazer
Antes de falarmos sobre o que fazer, é importante alertarmos para alguns cuidados e o que não fazer. Sim, porque na ânsia por resultados, muitos desconsideram alguns pontos essenciais que são decisivos para os resultados.
1. Seu público-alvo ou sua persona
Se tivéssemos que escolher só um alerta, seria esse. O público-alvo ou a persona, é quem você pensa quando elabora suas estratégias e desenvolve suas ações.
Se você não o conhecer muitíssimo bem:
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Poderá falar o que ele não se interessa por ouvir;
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Falará onde ele não está;
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Usará uma linguagem que ele não entende.
Estipular características tão específicas quanto possível, bem como um grande número delas, ajuda a construir o que chamamos de persona. De modo bem simplista, é a caracterização detalhada do seu consumidor típico.
Naturalmente seu negócio ou o seu produto pode atender a diferentes personas. Mas cuidado! Definir muitas personas, fará com que tenhamos muitas ações necessárias, ou pouca eficiência ao tentar “abraçar o mundo”, ou perda de direcionamento ou ambas as coisas e mais um pouco.
2. Não existe receita de bolo
É muito comum esperar um conjunto de passos muito bem definidos, aquela famosa “receita de bolo”, mas isso não existe.
Qualquer um que lhe prometa um “guia para o sucesso” ou ações que se seguidas à risca vão lhe garantir um resultado preciso, desconfie.
Se em Vendas ou Administração, modelos e métodos precisam de ajustes e customização para serem implantados em cada tipo de negócio, porque na Internet seria diferente? Tenha em mente que as particularidades de um negócio e do seu segmento de atuação, podem significar resultados melhores ou piores, ações que não se aplicam ou adotar outras que sejam fundamentais.
Portanto, não queira “copiar” o que os outros fazem, achando que terá os mesmos resultados.
3. Conhecimento
Nunca se esqueça que o conhecimento do seu produto / serviço, do mercado (concorrência e consumidores), do momento econômico, influenciam diretamente as decisões e as ações.
Esse conhecimento deve ser construído a partir de métricas do site e do Google Analytics, pelos relatórios (Vendas e do Atendimento), pesquisas e informações do mercado (levantamentos e estudos de associações, entidades de classe, institutos de pesquisa, etc), que serão úteis e necessários para ajustes ou mudanças de direcionamento.
4. Momento oportuno
Outro fator que não pode ser negligenciado, é que há cenários ideais e há a realidade e o momento certo.
Nem sempre a condição ideal é possível e o mais comum é que o momento pelo qual passa o mercado (consumidores e fornecedores) altere o cenário ao longo do tempo, como por exemplo, a pandemia do coronavírus, que alterou profundamente o mercado e o cenário econômico – além do social e sanitário – vivido por todos e consequentemente exigindo novas e profundas abordagens.
Hoje, o cliente não quer apenas saber se você existe, ele quer saber se o seu estoque está atualizado no Google e se ele pode resolver tudo pelo PIX ou carteiras digitais em segundos.
Ou seja, esteja atento e saiba identificar as variáveis do ambiente e de cada momento antes de tomar cada decisão.
5. Visão holística
Nada funciona como uma ilha. É importante desenvolver uma visão holística (analisar sistemas, situações e as pessoas como um todo integrado, onde o "todo" é maior que a soma das partes).
Assim, saber combinar cada uma das ações que iremos propor com as rotinas já existentes e acima de tudo compreender o que está sendo feito, é fundamental para obtenção de resultados melhores e mais consistentes.
6. Início, meio, sem fim
O trabalho de presença digital de uma marca, de uma empresa, tem começo, meio, mas não tem fim.
Esse é um equívoco comum de muitos, achar que basta criar um site qualquer, ingressar em duas ou três redes sociais e pronto! Não, isso não basta para trazer montes de clientes. Na verdade, resumir o trabalho a isso, costuma trazer nenhum.
Mais ainda. Dado o dinamismo da Web e do próprio mercado, é comum que o que você fazia há um ano, já não renda os mesmos resultados hoje.
7. Todo mundo está nas redes sociais?
Se você – como a maioria – acha que todo mundo está e usa as redes sociais, recomendamos fortemente reservar 5 minutos para a leitura do post “Todo mundo está nas redes sociais. Será mesmo?”.
Lá você vai descobrir que fazer o seu trabalho de presença digital exclusivamente nas redes sociais, pode ser bastante ineficiente, dispendioso e frustrante.
Isso porque além de um contingente importante de pessoas que não está em qualquer rede social, muitas das que estão, são por outras razões que não têm relação com consumo.
Como usar a Web para vender mais?
Enfim chegamos ao que deve ter trazido a maioria até aqui, mas antes de prosseguirmos, mais um alerta é essencial!
Da mesma forma que criar uma ampla e consistente presença digital pode dar voz e visibilidade à sua marca, seus clientes também têm muitas formas de falar da sua empresa, seja nas redes sociais, sejas nas avaliações do Google, seja nos sites especializados.
Portanto, o que você faz – ou deixa de fazer – por eles no atendimento presencial, vai se refletir na sua reputação digital.
Em outras palavras, independente do que você faça no digital, jamais negligencie a experiência de consumo.
Dito isso, mãos na massa?!
1. “Perfil da Empresa” no Google
A depender do seu ramo de atuação e particularmente no caso de alguns prestadores de serviços e serviços locais (bares, restaurantes, hotéis, , serviços de saúde (médicos, dentistas), setor automotivo, serviços para o lar (encanadores, eletricistas)), o “Perfil da Empresa” no Google (antigo Google Meu Negócio), é um excelente impulsionador de vendas na Web.
Dependendo da concorrência local, esse é um recurso que pode trazer clientes nas proximidades do seu negócio, desde que você tenha uma loja física.
Os principais benefícios são:
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Fácil e acessível – pode sair sem custo algum, exceto pelo trabalho de alimentação com informações, fotos e interação / respostas aos clientes;
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Novos clientes – um dos grandes diferenciais é que os estabelecimentos com boas avaliações no Google, conseguem trazer novos clientes pelas notas, comentários, fotos e informações gerais sobre cada negócio;
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Prova social – são um ótimo instrumento de prova social e acaba também sendo uma indicação confiável;
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Retorno – a sua marca aparece para uma audiência que está pronta para o consumo, como no caso de alimentação. Ou seja, é uma opção quase indispensável para o varejo;
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SEO local – ótimo para potencializar o retorno das buscas locais e o trabalho de SEO local.
2. Redes Sociais
É inegável e desnecessário falar sobre a importância e a penetração das redes sociais mais usadas.
No entanto, ao mesmo tempo que o retorno pode ser imenso, também pode ser catastrófico!
Suponhamos que seu modelo de negócio e seu produto seja focado no nativo analógico. Esse é o perfil de consumidor que menos utiliza as redes sociais e quando o faz, é mais para contatos pessoais e menos para negócios. Ao concentrar suas ações nas redes, a marca até pode trazer um ou outro novo cliente das novas gerações, mas vai aumentar a insatisfação com seu principal público, que é o mais fiel e que rende o maior tíquete médio.
Portanto, a escolha e a presença nesses canais, precisa ser bem avaliada para não ser trabalho “jogado fora” ou um tiro no próprio pé.
Independente das possíveis ressalvas, foque em:
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Conteúdo – é preciso produzir conteúdo útil (sob a ótica do cliente) e para isso, fique atento às métricas, observando o que produz mais engajamento (curtidas, compartilhamentos, comentários, etc);
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Interação – a interação por parte da marca é essencial, seja para demonstrar que a empresa está atenta e valoriza o engajamento, seja para mostrar o seu posicionamento;
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Comentários – tanto quanto possível, a empresa deve reagir aos comentários, especialmente os não tão positivos. Ter um comentário negativo, só é pior do que ele ser ignorado pela empresa. Lembre-se também que cliente que não reclama, acaba indo para a concorrência;
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Conhecimento – mais do que apenas uma métrica, o engajamento é uma ótima maneira de conhecer o cliente.
Lembre-se que hoje as redes sociais funcionam menos como uma vitrine estática e mais como um canal de serviço ao cliente. O público local valoriza “os bastidores”, o rosto do dono e a solução rápida de dúvidas via direct ou comentários.
Por fim e não menos importante, lembre-se do alerta anteriormente feito – nem todo mundo está nas redes sociais!
3. Marketing de Conteúdo
As pessoas acessam a Internet atrás de conteúdo, seja para aprenderem, seja para resolverem problemas, seja para se divertirem ou passarem o tempo, seja ainda para esclarecerem dúvidas. É por isso que se diz que “o conteúdo é Rei!”.
Conteúdo bom, completo, útil e original, coloca sua marca em destaque cada vez que alguém acessa o Google ou outro site de busca.
Por isso tudo e por conta do fim das redes sociais, planejar e implantar um trabalho de Marketing de Conteúdo amplo e permanente, ainda continua sendo uma estratégia inteligente e eficiente de vender mais usando a Web.
A depender do seu segmento de atuação e do seu modelo de negócio, além do obrigatório site institucional, considere a possibilidade de criar um blog para sua empresa. Quem sabe um site de tutoriais ou DIY, ou talvez um fórum de discussão. E por que não tudo isso?
Ao investir em conteúdo diversificado, em afinidade com o que você vende e, sobretudo, relevante para o seu cliente em potencial, você amplia as chances de ser encontrado a cada pesquisa que é feita.
E você não precisa ser um escritor profissional para criar esses conteúdos. Hoje, ferramentas de Inteligência Artificial (como o Gemini ou ChatGPT) funcionam como assistentes de conteúdo gratuitos. Graças à tecnologia, você consegue vencer a "folha em branco", permitindo focar no que realmente importa – o seu conhecimento do negócio.
Mas assim como o trabalho de SEO, os resultados não vêm do dia para a noite. É preciso tempo para que comece a dar retorno. Além disso, é um trabalho permanente.
4. Aplicativos de localização / navegação
Quando se trata de negócios presenciais, a primeira batalha é ser encontrado. E hoje, seja se localizando nas grandes cidades, seja turistando em uma cidade desconhecida, seja procurando a melhor rota, as pessoas usam aplicativos de mapa e navegação.
Ter sua empresa bem posicionada no Google Maps e no Waze (ambos gratuitos em suas versões básicas) pode ser o diferencial entre o cliente ir até você ou escolher o concorrente.
No Google Maps:
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O "Perfil da Empresa" (que mencionamos no item 1) está integrado ao Maps. Quando alguém busca por "padaria perto de mim" ou "farmácia 24 horas", os estabelecimentos próximos aparecem no mapa com avaliações, fotos e informações diversas;
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Clientes podem traçar rotas diretamente para a sua loja com um clique;
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As fotos postadas por clientes funcionam como vitrine virtual e prova social;
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Em vez de digitar um endereço, é possível obter o caminho para um destino digitando-se apenas o nome da empresa a qual deseja-se ir.
No Waze:
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O aplicativo é focado em navegação e trânsito, e permite que empresas sejam cadastradas como "parceiras" (versão gratuita) ou "anunciantes" (versão paga com destaque);
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Motoristas que passam nas proximidades podem ver sua empresa destacada no mapa, com ícone personalizado, horário de funcionamento e até promoções;
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É possível criar eventos e alertas sobre trânsito, vinculados à sua localização.
O grande diferencial desses aplicativos é que eles alcançam o cliente no momento da decisão de compra – especialmente em situações de conveniência, alimentação, serviços emergenciais e compras de última hora.
Além de trazer visitantes, facilitando o seu acesso à loja da empresa, dá visibilidade a todos que transitam com alguma frequência pelas imediações, criando uma presença constante no dia a dia do seu cliente potencial.
5. Aplicativos de mensagem
Se o Google Maps e Waze ajudam o cliente a chegar até você, o WhatsApp e Telegram ajudam a converter e fidelizar.
O brasileiro passa horas por dia nos aplicativos de mensagem e, diferente das redes sociais (onde o alcance orgânico diminuiu drasticamente), a taxa de abertura de mensagens no WhatsApp é altíssima. É o canal ideal para uma comunicação direta, pessoal e efetiva.
WhatsApp Business (gratuito para pequenos negócios):
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Catálogo de produtos – permite exibir fotos, preços e descrições diretamente no app, funcionando como uma vitrine virtual simplificada;
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Respostas rápidas – mensagens prontas para perguntas frequentes (endereço, horário, formas de pagamento), agilizando o atendimento;
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Etiquetas – organização dos contatos por status (novo cliente, aguardando retorno, compra realizada, cliente fiel);
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Mensagens automáticas – saudação para novos contatos e mensagem de ausência fora do horário comercial;
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Links diretos – você pode gerar um link personalizado (wa.me/seunumero) e colocá-lo no site, redes sociais, cardápio físico ou até no material impresso, facilitando o contato imediato.
Telegram (alternativa com recursos extras):
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Canais – para enviar comunicados, promoções e novidades (os clientes recebem, mas não podem responder no canal, o que evita bagunça e mantém o foco na informação);
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Grupos – para comunidades mais engajadas, como clientes fiéis que interagem entre si e com a marca;
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Bots – é possível criar um robô simples que responda perguntas básicas automaticamente, 24 horas por dia, sem necessidade de intervenção humana.
Na prática, como usar?
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Confirmar horários de serviços (consultas, reservas, entregas);
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Lembrar clientes de promoções relâmpago;
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Receber pedidos (muitos pequenos negócios já funcionam 100% por WhatsApp);
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Oferecer atendimento pós-venda e construir relacionamento;
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Enviar lembretes de aniversário com descontos especiais.
O segredo aqui é não ser invasivo. Ninguém gosta de ser bombardeado com mensagens (SPAM). Use com critério, sempre entregando valor e respeitando a privacidade do cliente.
6. Influenciadores digitais
Quando se fala em influenciadores, muita gente pensa logo em celebridades com milhões de seguidores. Estes são caros e são acessíveis apenas por algumas poucas empresas. Mas há um contingente deles que podem dar uma contribuição importante ao seu negócio, ampliando sua visibilidade – os microinfluenciadores locais.
São aquelas pessoas com alguns milhares de seguidores na sua cidade ou região, que têm uma comunidade engajada e, principalmente, contam com a confiança do seu público.
Pode ser um blogueiro local, um perfil de gastronomia da cidade, um professor de academia que fala sobre bem-estar, um jornalista comunitário, um artista local, ou até mesmo um cliente entusiasta que já tem alguma influência entre amigos e familiares.
A lógica é simples. Se uma pessoa confiável recomenda o seu restaurante, a sua oficina mecânica ou o seu salão de beleza, os seguidores dela tendem a confiar também. É o velho "boca a boca" potencializado pela Internet.
A parceria pode ser:
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Troca – oferecer uma experiência gratuita (um jantar, um serviço, um produto) em troca de conteúdo genuíno;
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Pagamento por publicação – valores geralmente acessíveis para perfis menores, com negociação direta;
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Parceria contínua – o influenciador vira "embaixador" da marca na região, com posts periódicos e benefícios exclusivos;
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Takeover – o influenciador assume seus stories por um dia, mostrando a experiência na sua loja;
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Evento ou ação pontual – convidar um grupo de microinfluenciadores para conhecer seu negócio em uma noite especial;
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Descontos – as indicações que usarem o cupom promocional do influenciador, recebem um desconto.
O segredo aqui é escolher influenciadores cujo público seja exatamente o seu público-alvo e cujo estilo combine com a personalidade da sua marca. Autenticidade é tudo nesse tipo de ação.
7. Tráfego pago
Se você já tem um site, um perfil no Google ou uma página nas redes sociais, os anúncios pagos são como um "catalisador" para acelerar os resultados.
Diferente do Marketing de Conteúdo – que é como plantar uma árvore que demora para frutificar, mas vai dar frutos por anos – o tráfego pago foca em quem precisa de resultados imediatos.
As principais opções para negócios locais são:
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Google Ads (Links Patrocinados) – seus anúncios aparecem quando alguém pesquisa por palavras relacionadas ao seu negócio. Exemplo: se você tem uma pizzaria, quando alguém pesquisar "pizzaria perto de mim", "melhor pizza no centro" ou "pizza delivery [sua cidade]", seu anúncio pode aparecer no topo das buscas. Você paga apenas se alguém clicar;
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Facebook e Instagram Ads – permitem segmentar por localização (num raio de quilômetros da sua loja), idade, interesses e comportamentos. Você pode, por exemplo, divulgar uma promoção de fim de semana apenas para moradores num raio de 5km da sua loja, que tenham interesse em culinária ou que sigam páginas de restaurantes;
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YouTube Ads – vídeos curtos que aparecem antes ou durante outros vídeos, também com segmentação local. Ideal para mostrar o ambiente da sua loja, a preparação de um prato ou um depoimento de cliente;
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Waze Ads (versão paga) – seu ícone pode aparecer em destaque no mapa para motoristas que estão trafegando nas proximidades, com opção de chamada para ação como "ver promoção" ou "traçar rota".
A grande vantagem do tráfego pago é que você pode começar com orçamentos bem pequenos (R$ 10, R$ 20 por dia), testar o que funciona melhor e, a partir dos resultados, investir mais no que deu certo.
É uma mídia acessível e mensurável, já que você sabe exatamente quanto gastou e quantas pessoas clicaram, ligaram ou traçaram rota até sua loja.
8. Programas de indicação ou fidelidade
Por fim, uma estratégia que combina o melhor do mundo presencial com o digital – programas de indicação e fidelidade.
Seu cliente presencial já confia em você. Ele já experimentou, já aprovou e voltou. Por que não incentivá-lo a trazer mais clientes usando a Internet como ponte?
Algumas ideias práticas:
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Cartão fidelidade digital – em vez daqueles cartõezinhos de papel que todo mundo perde ou esquece em casa, use aplicativos ou sistemas simples que registrem as compras pelo telefone do cliente e avisem quando ele ganhou um brinde ou desconto. Há diversas opções gratuitas ou de baixo custo;
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Desconto para indicação – "Indique um amigo e ganhe 10% de desconto na próxima compra". O amigo precisa mencionar seu nome, apresentar um código ou até mesmo fazer um pedido via WhatsApp citando quem indicou. Assim você consegue rastrear a origem;
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Sorteios e promoções com check-in digital – "Tire uma foto aqui, marque a gente no Instagram ou Facebook, e participe do sorteio de um jantar" ou "Faça check-in no Facebook e ganhe uma sobremesa". Isso gera conteúdo orgânico e visibilidade para novos públicos, além de ser divertido para o cliente;
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Clube de vantagens – crie um grupo no WhatsApp ou Telegram apenas para clientes que já compraram mais de três vezes. Lá você oferece promoções exclusivas, avisa com antecedência de novidades e cria um senso de comunidade e pertencimento;
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Programa de pontos – a cada compra, o cliente acumula pontos que podem ser trocados por produtos ou serviços. O controle pode ser feito por um simples planilha compartilhada ou aplicativos especializados;
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Cashback – bastante em alta em alguns segmentos, o cashback estimula as comprar recorrentes. "A cada R$ 100 em compras, você ganha R$ 10 em pontos + 5% de cashback na compra seguinte".
O legal dessas ações é que elas transformam seus clientes em divulgadores voluntários, usando a Internet para amplificar a recomendação que antes ficava restrita ao "boca a boca" tradicional. E o melhor de tudo, é que o cliente se sente valorizado e recompensado pela lealdade.
Conclusão
Vender mais com ajuda da Internet, não é sobre ser um gigante do e-commerce, mas sobre estar presente onde seu cliente local procura. Comece pequeno atualizando o seu Google, usando o WhatsApp com estratégia e não tenha medo de testar novas ferramentas. O digital é o novo "boca a boca" e para ter sucesso, basta constância e um pouquinho de trabalho. Mãos à obra!


