O que é paradigma? Entenda o conceito e como ele nos molda
Uma das coisas mais estudadas pelo homem e a respeito do homem, mas que paradoxalmente menos se conhece, é o cérebro. O assunto de hoje, tem tudo a ver com a mente humana, mais especificamente os paradigmas.
No entanto, há algumas coisas, principalmente em termos de comportamento e que são associados a modelos mentais, crenças, culturas e hábitos, que se sabe muito bem, seja pelos muitos estudos já feitos, seja por mera constatação de como as pessoas agem ou reagem diante das mais diversas situações.
Compreender a relação dos muitos paradigmas que nos cercam diariamente com praticamente tudo o que fazemos, é o tema do nosso bate-papo de hoje, a começar por compreender o que é, a sua influência nos resultados profissionais, as vantagens e desvantagens, bem como superá-los.
Vamos conversar a respeito?
O que é um paradigma?
Começar entendendo o que é um paradigma, é essencial, afinal não é um termo popular. Na verdade é bem pouco uso no cotidiano da maior parte das pessoas, ainda que nossas vidas e quase tudo o que fazemos acaba sendo determinado por algum.
Há definições mais ou menos acadêmicas, mais ou menos formais, mas a que mais gostamos, estabelece que um paradigma é um modelo ou um padrão constituído e esperado de como as coisas devem acontecer nas mais diversas situações e contextos.
Em outras palavras, o paradigma é aquela forma ou método de fazer algo, ou do resultado esperado para uma ação ou procedimento, geralmente de modo único.
Você segue paradigmas desde o momento em que acorda e segue uma série de rotinas bem definidas ao longo do dia, porque acredita que é a melhor forma – ou até a única – de fazer tudo o que faz.
Um paradigma é um hábito?
Por conta da nossa explicação, é provável que muitos acreditem que paradigmas e hábitos sejam sinônimos. Mas não são!
Um paradigma determina o que você acredita, ou seja, que uma determinada tarefa só pode ser realizada de uma maneira, seja porque é o jeito que dá menos trabalho, seja porque leva menos tempo, seja porque dá o melhor resultado, seja a combinação dos três porquês.
Já um hábito, é o comportamento que você assume por conta de pensar assim.
Note também que é comum que um paradigma esteja associado a única forma possível ou correta de se fazer algo, ou ainda o único resultado esperado. Aqui a palavra única, assume diferenciação determinante.
Considere um jovem vendedor que testa, que experimenta diferentes meios para prospectar clientes, até encontrar um que lhe dá bons resultados. A partir daí, ele elabora um modelo rígido e único. Ele crê que essa é a forma correta de fazer (paradigma) e ao repetir mês após mês, ano após ano, consolida uma rotina fixa e imutável de prospecção (um hábito).
As pessoas – inconscientemente algumas vezes – têm um padrão para fazer compras no supermercado mensalmente, escolhendo cada produto que vai no carrinho. Têm um método, para fazer a arrumação ou a faxina em casa. Também para passear com o cachorro, para se arrumar para sair com os amigos e até para as coisas menos frequentes, mas que de tempos em tempos se repetem.
Mas qualquer que for a situação, os hábitos que temos são nada mais do que a consequência dos paradigmas que consolidamos, ou se preferir, aquilo que acreditamos ser o certo, o melhor.
As origens dos paradigmas
Outro aspecto essencial para os nossos propósitos, é compreender as origens ou as causas dos paradigmas:
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Crenças – as crenças que as pessoas, que determinados grupos têm, influenciam fortemente a consolidação dos paradigmas. Por exemplo, acreditar que os negócios só acontecem depois do carnaval, impacta diretamente a atividade econômica de diversos setores;
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Cultura – a cultura de cada sociedade ou até de cada empresa, é outro fator determinante. É fácil perceber isso, quando se observa as diferenças dos modelos de gestão japoneses e norte-americanos;
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Economia – o contexto econômico também gera e reforça os paradigmas. Por exemplo, o comportamento de consumo varia bastante em um cenário de elevada inflação permanente, comparado a um país de estabilidade nos preços;
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Educação – a forma como somos ensinados desde a infância cria padrões mentais rígidos. Quem aprendeu diante de premissas que "errar é feio", provavelmente carrega para a vida profissional a aversão aos riscos ou não questionar processos estabelecidos, mesmo quando isso poderia trazer mudanças importantes;
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Experiências – as vivências pessoais, sejam as próprias, sejam as observadas nos outros, costumam criar atalhos mentais poderosos. Assim, um profissional pode desenvolver a crença que "empreendedorismo digital é arriscado" ou que uma carreira “tradicional” é o único caminho profissional seguro, evitando oportunidades e trajetórias alternativas;
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Hábitos – os hábitos também incentivam os paradigmas, porque por contraditório que possa parecer, evitam que você tenha que pensar sobre qual a melhor forma de fazer algo, toda vez que tem que fazê-la novamente. Você já fez daquele modo em outras 5 ou 10 ou 1000 vezes e quando novamente a mesma situação se apresenta, seu cérebro liga o “piloto automático” e você faz o que precisa, sem nem mesmo pensar no que está fazendo.
Como os paradigmas afetam os resultados profissionais?
Agora que já entendemos o que são paradigmas e de onde eles vêm, talvez a pergunta mais importante seja: “como eles impactam nossos resultados no trabalho?”.
A resposta é simples, mas as consequências nem tanto. Isso porque ao restringirmos nossas ações aos modelos estabelecidos, limitamos o que enxergamos como sendo possível. Simplesmente desconsideramos caminhos alternativos e seus possíveis resultados.
Se você acredita (paradigma) que “crescimento profissional só acontece por indicação", seu comportamento (hábito) será focar em networking e nos relacionamentos, possivelmente negligenciando o desenvolvimento técnico. Se, por outro lado, seu paradigma é "a capacidade sempre é reconhecida", você pode investir pesado em hard skills, mas talvez deixe de lado as habilidades humanas (soft skills) tão importantes nas organizações.
Ou seja, os paradigmas funcionam como filtros ou lentes pelas quais nós enxergamos uma variedade de situações, mas raramente reconhecemos eles próprios. E é exatamente por isso que podem se tornar limitadores.
Mais do que isso, a maior parte das pessoas não questiona porque fazem cada coisa. Apenas fazem, porque creem que é ou melhor ou o único meio e apenas vivem repetições praticamente infinitas do mesmo. Não veem as alternativas!
Quais as vantagens dos paradigmas?
Pelo que expusemos até aqui, alguns podem pensar que não há vantagens em ter modelos para agir, o que não é verdadeiro. De certa forma já respondemos indiretamente a pergunta acima, mas para que não haja nenhuma dúvida, vamos refletir a respeito.
Você consegue se lembrar como foi difícil quando aprendeu a andar de bicicleta? E quando aprendeu a dirigir? Quanta atenção e concentração foram necessárias para apenas colocar o carro em movimento? E as primeiras trocas de marcha? E quando foi preciso virar à direita ou à esquerda e tudo que isso envolvia? E aprender a nova rotina de trabalho, logo que você foi admitido? E o novo caminho para casa, assim que se mudou de residência?
Toda vez que o cérebro humano enfrenta novas situações, somos exigidos a observar, escolher, avaliar, decidir, enfim pensar. O novo nos traz certo desconforto e exige nossa concentração e esforço. Todos os elementos externos à novidade, atrapalham.
É graças aos paradigmas que você cria e consolida hábitos e prática e por conta disso, que hoje você dirige e ao mesmo tempo é capaz de fazer muitas coisas simultaneamente, embora não devesse!
Assim, alguns dos benefícios dos paradigmas, são:
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Evita o reprocessamento – dispensa que a cada vez que uma situação se repita, você tenha novamente que pensar, aprender e desenvolver um novo conjunto de ações ou reações ou comportamentos, para lidar com a situação. Um bom exemplo, são os procedimentos operacionais padrão (POPs);
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Poupa tempo – em decorrência da vantagem anterior, ajudam-nos a poupar tempo, fazendo mais rapidamente;
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Favorece o aperfeiçoamento – há quem diga que a prática, a repetição, levam a perfeição e é capaz de produzir pessoas com destreza extrema em certas ações;
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Melhora a previsibilidade – a repetição e o histórico favorecem a previsibilidade quanto aos resultados;
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Dá mais segurança – o hábito e o costume em fazer sempre igual, trazem conforto e segurança nas ações;
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Poupa energia – economiza energia mental e diminui o stress ao não termos que “reinventar a roda todos dias”;
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Maior qualidade – ajudam no estabelecimento de padrões e de boas práticas consolidadas, o que favorece a qualidade do que é feito e ainda reduz o retrabalho;
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Redução de custos – consequência direta de economia de tempo, de menos retrabalho, de aperfeiçoamento do desempenho e da qualidade, há redução nos custos.
Mas por que e quando os paradigmas não são bons?
A Paralisia de Paradigma (O perigo de "vencer")
Um dos maiores riscos de um modelo mental bem-sucedido é o que chamamos de Paralisia de Paradigma. Ela ocorre quando nos tornamos incapazes de enxergar novas soluções porque o jeito antigo "sempre funcionou" e pior, quando os resultados sempre foram bons.
Cuidado, porque ter bons resultados não é indicativo de que não podem ser melhores ainda!
O conforto e a segurança que o sucesso do passado trazem, impedem-nos de perceber que o futuro pode exigir uma nova estrada, bem diferente da que conhecemos.
Na prática, é uma espécie de “cegueira mental” que faz com que grandes talentos e empresas sólidas parem no tempo.
O problema dos paradigmas (as desvantagens)
Há sempre os dois lados de uma mesma moeda e com os paradigmas não é diferente.
Os paradigmas globais ou coletivos e que são aqueles resultantes do que é tido pela maioria como o certo e no pior dos cenários, a única maneira de se fazer algo, podem ser altamente limitantes.
Eles restringem ou mesmo impedem o questionamento e a visão de novas maneiras de se fazer algo.
Pessoas cujos cérebros são altamente presos a paradigmas, tendem a ser acomodadas em relação a tudo o que fazem, porque creem realmente que as coisas só podem ser feitas da forma que foram aprendidas. É fácil identificar uma, pois geralmente quando algo novo lhe é apresentado, ela busca imitar alguém que já sabe o que fazer, ao invés de buscar o seu próprio método, o seu próprio caminho.
Felizmente, as empresas já perceberam o quão restritivo um paradigma pode ser em termos de evolução, especialmente aquelas ligadas a tecnologia. Se não fosse assim, poderíamos ainda usar os mesmos aparelhos celulares que eram fabricados há 10 ou 20 anos atrás, simplesmente por acreditar que já se tinha o melhor ou a única alternativa possível de celular.
Um exemplo clássico de como os paradigmas podem destruir gigantes, é a Kodak. Ela própria inventou a primeira câmera digital em 1975, no entanto, o paradigma da empresa era "vender filmes fotográficos". Eles ficaram tão presos a esse modelo de lucro que ignoraram a própria invenção, acreditando que as pessoas nunca abririam mão do papel.
O resultado? O mundo mudou, o paradigma da fotografia digital venceu, e a Kodak quase desapareceu.
Se você volta ao passado e compara com o presente, pouco ou nada do que já foi “verdade absoluta” um dia, ainda é.
Os sites de Internet, mudaram muito. Imagine se ao criar um site, todos apenas fizessem o mesmo que todas as empresas estão acostumadas a fazer, apenas porque não acreditassem que houvesse outra forma de fazê-lo. Teríamos listas intermináveis de sites muito parecidos uns com os outros.
O desenvolvimento da tecnologia por si só, é um enfrentamento aos paradigmas. Os pesquisadores, os engenheiros, os web designers e profissionais de diversas áreas, têm como uma de suas características, o não acomodamento diante dos modelos e padrões estabelecidos. Eles estão em uma busca contante por novos e melhores métodos.
O paradigma é uma barreira à mudança e inovação, particularmente às inovações disruptivas.
O que é a Quebra de Paradigma (Paradigm Shift)?
A quebra de paradigma acontece quando o modelo antigo já não consegue mais explicar a realidade ou resolver os problemas atuais. É um momento de ruptura.
Não é apenas uma melhoria gradual, mas uma mudança radical na forma de ver e agir.
Veja alguns exemplos de como a tecnologia forçou essas quebras recentemente:
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Linux – as inúmeras distribuições Linux são um ótimo exemplo de enfrentamento ao paradigma estabelecido pelo Windows;
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Comércio eletrônico – o e-commerce é a superação do paradigma do comércio de rua, da mesma forma que o marketplace em relação ao shopping center;
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Smartphone – o smartphone é a evolução do antigo telefone fixo, que hoje faz muita coisa, sendo que realizar ligações telefônicas já nem mais é a sua função primária;
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Home office – os avanços da tecnologia permitiram que o home office se apresentasse como uma alternativa viável ao trabalho presencial e dentro do ambiente corporativo;
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Internet – entre inúmeras mudanças, a Internet permitiu que empresas que há pouco mais de duas décadas só conseguissem atuar localmente, hoje façam negócios com o mundo.
A lista de possibilidades é imensa, mas o que a maioria dos casos tem em comum, é o grande e veloz avanço da tecnologia, que abre novas possibilidades de fazer as coisas.
Hoje qualquer pessoa é capaz de estar mundialmente conectado e ter sua empresa representada em todos os continentes, por meio de um site, cuja infraestrutura necessária só está financeiramente ao alcance de todos, graças ao modelo de hospedagem compartilhada, que é uma quebra de paradigma aos servidores, como algo acessível apenas a grandes negócios.
Quebrar paradigmas, foi o que permitiu que o homem saísse da Idade da Pedra e chegasse ao século XXI, acumulando uma quantidade incalculável de conhecimento e com ele, evolução!
E aqui chegamos talvez ao ponto culminante da nossa conversa, que é como superar paradigmas limitantes?
Como superar os paradigmas?
Se os paradigmas podem tanto nos ajudar quanto nos limitar, a grande questão prática é como identificar quando um modelo ou padrão mental deixou de ser um aliado e se tornou um obstáculo?
Mais importante ainda, como superá-lo quando isso acontece?
Não existe uma fórmula mágica nem tampouco uma “receita única”, afinal estaríamos diante de um paradigma, não é mesmo?
Porém há caminhos consistentes que podem nos ajudar nesse processo.
1. Identifique seus paradigmas
O primeiro passo e mais desafiador, é reconhecer quando e quais os paradigmas que dirigem as suas ações.
Uma forma prática de fazer isso é observar as suas reações automáticas e tudo o que está acostumado a fazer quase que inconscientemente.
Quando você se pega pensando "isso não vai dar certo" ou "sempre fizemos assim" ou ainda "isso não é para pessoas como eu", pare e se faça algumas perguntas:
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De onde vem essa crença?
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Ela é realmente minha ou foi herdada?
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Ela ainda faz sentido no contexto atual?
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Há outros caminhos e onde eles podem me levar?
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Quais os ganhos terei com uma mudança?
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O que eu perco se não mudar?
Anotar situações em que você percebe resistência a mudanças ou desconforto com novas abordagens pode ajudar a mapear os seus paradigmas mais enraizados.
2. Questione a origem
Depois de identificar um paradigma, o próximo passo é investigar a sua origem, com questionamentos como:
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Quem me ensinou isso?
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Quando comecei a acreditar nisso?
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Essa crença veio de uma experiência minha ou foi absorvida de alguém?
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Por que acredito?
Um exercício poderoso é o "teste do advogado do diabo" e que basicamente consiste de argumentar contra o seu próprio paradigma.
Se você conseguir argumentos contrários bem convincentes e mais do que isso, não for capaz de refutá-los, é um indício forte de que é chegada a hora de superar esse velho paradigma.
Outra importante lição, é que o seu desconforto ao fazer esse exercício é um ótimo indicador da força desse paradigma, bem como da necessidade de questioná-lo.
3. Exponha-se a outras perspectivas
Paradigmas se fortalecem em ambientes fechados, onde todos pensam parecido. A exposição a outras realidades, a outras culturas e formas de pensar, é uma ferramenta eficiente para desmontar crenças cristalizadas pelo tempo.
Isso costuma envolver muitas coisas:
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Trocar ideias com profissionais de outras áreas, pois quem está de “fora do problema” pode enxergar mais e melhor;
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Estar atento às inovações e aos agentes de mudanças, que geralmente revelam oportunidades, alternativas e tendências;
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Ler livros de autores com visões diferentes das suas, ajuda a ampliar os horizontes;
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Diversificar o seu conhecimento, pois os generalistas costumam ter uma melhor visão do todo (visão holística);
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Buscar amizades e contatos com pessoas que vivem realidades distintas, obriga-o a pensar sob outras óticas;
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Promover a diversidade (geracional, étnica, social, etc), que tendem a questionar mais os modelos estabelecidos justamente porque carregam perspectivas diferentes
4. Experimente o novo em pequena escala
Paradigmas criam zonas de conforto mental. Sair delas abruptamente pode ser assustador e produzir paralisia. Por isso, uma abordagem inteligente e prudente, é testar o novo em escala reduzida, com riscos controlados e algum grau de previsibilidade.
Se o seu paradigma diz que "apresentações de trabalho precisam ser formais e sérias", experimente fazer uma reunião com uma abordagem apenas levemente mais descontraída e observe os resultados.
Pequenas vitórias contra paradigmas limitantes criam confiança para enfrentar os maiores. É o princípio das "pequenas mudanças, grandes transformações".
Outro ponto que ajuda bastante, é quando isso faz parte de uma política mais ampla de gestão de mudanças.
5. Cerque-se de questionadores
Uma atitude poderosa e eficiente, é se cercar de pessoas que desafiem o seu pensamento ou não aceitem passivamente tudo o que é proposto. Amigos, pares, colaboradores ou mentores que não aceitam suas respostas prontas e que quando oportuno perguntam: "por que tem que ser assim?" ou "já tentou dessa outra forma?".
Esse tipo de postura não deve ser visto como apenas e tão somente contestação. Atitudes assim, funcionam como espelhos que nos fazem ver nossas crenças e nos ajudam a enxergá-las com mais clareza.
Em ambientes organizacionais, criar uma cultura onde o questionamento é bem-vindo (e não punido), é essencial para que a empresa não fique refém de paradigmas ultrapassados.
Conclusão
Ao fim do nosso bate-papo, ficou claro que paradigmas não são necessariamente bons ou ruins. São apenas instrumentos mentais que nos ajudam a navegar pelo mundo, economizando energia e trazendo previsibilidade.
O problema não é ter paradigmas. O problema é ser dominado por eles sem perceber.
A chave está em desenvolver a capacidade de reconhecer quando um paradigma nos serve e quando ele nos limita, e a iniciativa de substituí-lo quando necessário.
Pessoas e organizações que mantêm o que funciona e mudam o que não serve mais, são os que prosperam em tempos de imensa transformação, que se reinventam, que sobrevivem a crises e até que se destacam em ambientes de alta competitividade.
E você? Que paradigmas estão guiando sua vida profissional ou o seu negócio? Quais deles merecem ser mantidos e quais já pedem uma revisão?


